A história de um pai que foi buscar a filha na escola com as calças molhadas na região frontal, como se tivesse urinado, ganhou repercussão nas redes sociais. Ben Sowards, na verdade, simulou o “acidente” para que a pequena Valerie, de 6 anos, que tinha acabado de passar pelo problema na escola, não se sentisse mal.

PAI

Foto: @LucindaSowards

A menina aguardava, aos prantos, que a levassem para casa quando se deparou com o ato solidário e engraçado do pai. Ao chegar lá, ele logo pediu a mochila da filha emprestada para esconder seu suposto problema.

Irmã mais velha de Valerie, Lucinda Sowards publicou fotos do ocorrido, no Twitter, e já recebeu cerca de 250 mil likes.

“Minha irmãzinha teve um acidente hoje no jardim de infância e este foi o jeito que meu pai saiu para buscá-la para que ela não se sentisse triste ou envergonhada”, disse a jovem, na rede social.

Relato do PaiPaiQuando a filha de 6 anos de Ben Sowards, Valerie, fez xixi na calça na escola esta semana, o pai de Utah derramou água na frente de suas próprias calças e foi para a escola para animá-la.

“Eu entrei na escola … caminhei ao lado de Valerie, que estava sentada, olhando para o chão, e eu coloquei meu braço ao redor dela e eu disse: ‘Valerie, posso ter sua mochila? Eu preciso cobrir até este acidente “,” Soward recordou em uma entrevista em vídeo que ele compartilhou com HOJE. “E ela só olhou para mim com o olhar perfeito – apenas descrença – e nós começamos a rir.”

Não é o que você faz que importa e sim como você faz, que o exemplo desse pai se torne uma rotina na vida de muito, uma ótima lição e reflexão para nossas vidas como pais.

Espero que tenham gostado da matéria, deixem seus comentários falando o que achou da atitude desse pai.

Fonte: https://goo.gl/nMCvUi

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Atenção pais de todo o Brasil, seus filhos podem estar neste momento correndo risco de morte eminente, isso porque o jogo conhecido como Baleia Azul, induz os adolescentes ao suicídio. Acredita-se que aproximadamente 130 jovens cometeram suicídio seguindo as orientações de um ‘mentor’, as mortes foram registradas na Rússia.

BALEIA AZUL

Baleia Azul: Jogo ligado a suicídio que requer atenção dos pais

Infelizmente o jogo do suicídio chegou ao Brasil e já pode ter feito suas primeiras vítimas, saiba mais aqui.

E são muitos os #Jogos online que provocam os participantes a colocar a vida em risco com desafios absurdos, no dia 16 de outubro de 2016, Gustavo Detter, de 13 anos, morreu no Hospital Ana Costa, na cidade de Santos, litoral de São Paulo, depois de aceitar um desafio online conhecido como “Choking Game” ou Jogo do Desmaio, uma competição que também faz vítimas pelo mundo afora.

De acordo com o portal de notícias online TecMundo, o jogo da Baleia Azul está se tornando viral em todo o mundo e chegou ao Brasil. Por isso os pais precisam redobrar a atenção em relação ao que os filhos estão fazendo na internet.

Como funciona o jogo Baleia Azul (suicídio)?

Este jogo é baseado em desafios, os participantes são instruídos por mentores a cumprirem uma espécie de maratona de 50 dias. Estes mentores seriam pessoas mais velhas, com grande poder de persuasão e que são consideradas cibercriminosos.

As mensagens com os desafios diários chegam para os participantes por volta das 4h20 da manhã de forma direta ou através de mensagens subliminares nas redes sociais. Os desafios são sempre macabros, como por exemplo, assistir por horas a fio filmes de terror, subir em telhados ou estruturas muito altas, automutilação, entre outros. No final dos 50 dias o participante e/ou vítima recebe a tarefa derradeira, onde ele deve tirar sua própria vida.

Como os cibercriminosos agem?

O TecMundo teve acesso a imagens que mostram o mentor ameaçando as crianças e adolescentes com seus dados pessoais, como por exemplo, nome completo, escola onde estuda e até mesmo endereço, dados obtidos de maneira criminosa na internet.

Com os dados em mãos o criminoso faz ameaças aos amigos e família da vítima obrigando-a a participar dos desafios, é desta forma que vem agindo um dos cibercriminosos identificado como Victor Moreira que enviou a seguinte tarefa para uma de suas vítimas: “Primeira tarefa: desenhe uma baleia com estilete no braço, depois tire uma foto quando estiver sangrando e me envie”. Victor afirmou para o participante que caso não recebesse-a foto em 10 minutos, ele seria responsável pela morte de seus amigos e familiares.

É preciso acompanhar de perto seu filho (a) quando estão na internet, fiquem atentos aos sinais de que algo está errado, como por exemplo, falta de apetite, insônia, marcas de violência no corpo, reclusão, baixo rendimento na escola, choro, agressividade, dentre outros.

Isto não é um jogo, é sim uma maneira de cometer um crime hediondo. Se você souber de alguém ou mesmo se você estiver sendo vítima do jogo Baleia Azul, busque ajuda, denuncie à polícia, procure a Delegacia Especializada em #Cibercrime.

As recomendações para as famílias são: monitorar o uso da internet, frequentar as redes sociais dos filhos, observar comportamentos estranhos e, sobretudo, conversar e conscientizar os adolescentes a respeito das consequências de práticas que nada têm de brincadeira. Atenção redobrada com os jovens que apresentem tendência a depressão, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul. Também as escolas devem colocar o assunto em pauta e incorporar no currículo, cada vez mais, a educação para a valorização da vida, o respeito pela vida dos outros e o uso consciente das mídias e tecnologias.

Fonte: portal de notícias online TecMundo

 


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Para as mamãe de plantão quando li essa matéria da Ford sobre a criação de um berço que simula um passeio de carro, pensei logo “Como precisei de um desse “ minha filha chorava muito para dormir mais se entrasse no carro ela dormia rapidinho

Muitas vezes pedi ao marido para dar uma voltinha de carro com ela, pois ela chorava muito e  não dormia de jeito maneira e era só entrar no carro que, batata , voltava dormindo.

E hoje li essa matéria que me deixou muito feliz e vai ajudar muitas mamães isso tenho certeza.

FORD

Berço da Ford simula passeio de carro para ajudar bebê a dormir

Ford cria um berço que simula passeio de carro

A Ford criou um berço especialmente para bebês que precisam de um passeio de carro para pegar no sono. Chamado de Max Motor Dreams, o produto simula os sons da rua, o movimento do veículo e até a iluminação dos postes de luz. Veja uma demonstração aqui.

O berço, porém, ainda é um protótipo e não está à venda. A montadora quer testar a recepção do público antes da produção em larga escala.

O Max Motor Dreams usa um aplicativo de celular para gravar os sons de um passeio noturno de carro, como o barulho do motor, e depois reproduzi-los em seu alto-falante embutido.

O berço também tem mecanismos que simulam o balanceio do carro, além de um conjunto de lâmpadas de LED que reproduz a temperatura e o comportamento das lâmpadas usadas nas vias.

“Após muitos anos de conversas com mães e pais, sabemos que os parentes de recém-nascidos costumam estar desesperados para apenas uma boa noite de sono”, diz Alejandro López Bravo, designer do berço. “Mas enquanto um rápido passeio de carro pode fazer maravilhas para o bebê, os pobres dos pais ainda precisam estar acordados e alertas ao volante”.

Fonte: Ford

 


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Sequestro: Ensinem seus filhos como se livrar

Dois meninos evitaram seu sequestro  com uma simples orientação da sua mãe que os pais devem conhecer.

Muitas vezes ensinamos para as crianças não falarem com estranho, e isso parece para nós algo que não irá dar erro. Mais com esse relato da mamãe Jodie Norton você irá mudar de ideia.

Saiba como esses meninos conseguiram se livrar de um sequestro

SEQUESTRO

Imagem: Instagram

 

Jodie precisou ir até um hospital devido fortes dores abdominais, teve que levar consigo seus dois filhos, as dores no entanto eram por conta do rompimento de um cisto em um dos seus ovários, e portanto ela precisou pedir a um amigo da família que viesse buscar os meninos, enquanto ela era atendida na emergência.

Os meninos ficaram na frente do hospital, pois o amigo deveria estar ali em 5 minutos. Mas enquanto Jodie era atendida, o vizinho se atrasou e os meninos precisaram esperar por cerca de 40 minutos. Enquanto aguardavam a chegada da sua carona, eles foram abordados por dois “estranhos” que pediram que eles os acompanhasse até o banheiro para ajuda-los a convencer um amigo deles a ir para o hospital.

Mas como estavam muito bem orientados, eles se recusaram a acompanhá-los mesmo depois de inúmeras tentativas, isso porque usaram um dos ensinamentos passados por sua mãe, e não foi simplesmente “não fale com estranhos” mas sobre “pessoas malandras”.

O ensinamento que evitou o sequestro

Jodie Norton havia ensinado a seus filhos que “Pessoas corretas não pedem ajuda para uma criança, se há adultos por perto, elas pedem ajuda para outros adultos. Já adultos ‘malandros’ pedem ajuda para crianças”.

Então, após os adultos insistirem algumas vezes para que os meninos fossem com eles até o banheiro, e os garotos se negarem insistentemente, os homens desistiram. Pouco tempo depois o vizinho chegou.

“Ainda fico de queixo caído toda vez que lembro do que aconteceu. Mas esta experiência me deixou muito grata por ter ensinado essas regras de #Segurança para meus filhos”, contou Jodie em entrevista ao portal Kidspot.

E é muito simples entender porque esse ensinamento é tão especial, pois quando dizemos “um estranho” nivelamos todas as pessoas que não são conhecidas da criança como sendo pessoas más e perigosas, e colocamos todos os “conhecidos” em uma posição que represente segurança às crianças. E isso de maneira alguma é verdade.

Por isso, “pessoa malandra” se aplica tão bem, pois um conhecido pode ter más intenções ao se aproximar de uma criança que esteja sozinha e, justamente usará o fato de ser um conhecido para fazer com que a criança aceite sua imposição.

O que Jodie ensinou para seus filhos faz parte do método criado por Pattie Fitzgerald, criadora da ONG Safely Ever After, que tem como objetivo criar métodos que possam proteger as crianças de possíveis violências. Justamente por que muitas vezes quem machuca a criança é alguém que ela já conhece, um amigo da família ou mesmo um parente.

A ideia central do método é ensinar as crianças a desconfiarem de atitudes suspeitas que qualquer pessoa possa ter, seja ela conhecida ou não. No caso de um sequestro

Alguns dos preceitos são: Educação infantil

Adultos seguros não pedem ajuda para crianças;

Nunca deixe seu filho sem supervisão;

Substitua a palavra “estranho” por “pessoa malandra”. Lembre-se: não é a aparência ou quanto você conhece da pessoa que irá determinar se ela é segura ou não, mas sim as suas atitudes em relação à criança;

Crie regras de segurança com seu filho. E deixe claro que qualquer pessoa que tentar quebrar essas regras de segurança ou machucar seu filho de alguma forma não é seguro, independentemente de ser alguém conhecido ou não;

Ouça seu filho e preste atenção às suas atitudes. Se ele não quiser ficar próximo de alguém, babá, professora, amigo da família ou mesmo um parente, desconfie.


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