Para as mamãe de plantão quando li essa matéria da Ford sobre a criação de um berço que simula um passeio de carro, pensei logo “Como precisei de um desse “ minha filha chorava muito para dormir mais se entrasse no carro ela dormia rapidinho

Muitas vezes pedi ao marido para dar uma voltinha de carro com ela, pois ela chorava muito e  não dormia de jeito maneira e era só entrar no carro que, batata , voltava dormindo.

E hoje li essa matéria que me deixou muito feliz e vai ajudar muitas mamães isso tenho certeza.

FORD

Berço da Ford simula passeio de carro para ajudar bebê a dormir

Ford cria um berço que simula passeio de carro

A Ford criou um berço especialmente para bebês que precisam de um passeio de carro para pegar no sono. Chamado de Max Motor Dreams, o produto simula os sons da rua, o movimento do veículo e até a iluminação dos postes de luz. Veja uma demonstração aqui.

O berço, porém, ainda é um protótipo e não está à venda. A montadora quer testar a recepção do público antes da produção em larga escala.

O Max Motor Dreams usa um aplicativo de celular para gravar os sons de um passeio noturno de carro, como o barulho do motor, e depois reproduzi-los em seu alto-falante embutido.

O berço também tem mecanismos que simulam o balanceio do carro, além de um conjunto de lâmpadas de LED que reproduz a temperatura e o comportamento das lâmpadas usadas nas vias.

“Após muitos anos de conversas com mães e pais, sabemos que os parentes de recém-nascidos costumam estar desesperados para apenas uma boa noite de sono”, diz Alejandro López Bravo, designer do berço. “Mas enquanto um rápido passeio de carro pode fazer maravilhas para o bebê, os pobres dos pais ainda precisam estar acordados e alertas ao volante”.

Fonte: Ford

 


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Dois meninos evitaram seu sequestro  com uma simples orientação da sua mãe que os pais devem conhecer.

Muitas vezes ensinamos para as crianças não falarem com estranho, e isso parece para nós algo que não irá dar erro. Mais com esse relato da mamãe Jodie Norton você irá mudar de ideia.

Saiba como esses meninos conseguiram se livrar de um sequestro

SEQUESTRO

Imagem: Instagram

 

Jodie precisou ir até um hospital devido fortes dores abdominais, teve que levar consigo seus dois filhos, as dores no entanto eram por conta do rompimento de um cisto em um dos seus ovários, e portanto ela precisou pedir a um amigo da família que viesse buscar os meninos, enquanto ela era atendida na emergência.

Os meninos ficaram na frente do hospital, pois o amigo deveria estar ali em 5 minutos. Mas enquanto Jodie era atendida, o vizinho se atrasou e os meninos precisaram esperar por cerca de 40 minutos. Enquanto aguardavam a chegada da sua carona, eles foram abordados por dois “estranhos” que pediram que eles os acompanhasse até o banheiro para ajuda-los a convencer um amigo deles a ir para o hospital.

Mas como estavam muito bem orientados, eles se recusaram a acompanhá-los mesmo depois de inúmeras tentativas, isso porque usaram um dos ensinamentos passados por sua mãe, e não foi simplesmente “não fale com estranhos” mas sobre “pessoas malandras”.

O ensinamento que evitou o sequestro

Jodie Norton havia ensinado a seus filhos que “Pessoas corretas não pedem ajuda para uma criança, se há adultos por perto, elas pedem ajuda para outros adultos. Já adultos ‘malandros’ pedem ajuda para crianças”.

Então, após os adultos insistirem algumas vezes para que os meninos fossem com eles até o banheiro, e os garotos se negarem insistentemente, os homens desistiram. Pouco tempo depois o vizinho chegou.

“Ainda fico de queixo caído toda vez que lembro do que aconteceu. Mas esta experiência me deixou muito grata por ter ensinado essas regras de #Segurança para meus filhos”, contou Jodie em entrevista ao portal Kidspot.

E é muito simples entender porque esse ensinamento é tão especial, pois quando dizemos “um estranho” nivelamos todas as pessoas que não são conhecidas da criança como sendo pessoas más e perigosas, e colocamos todos os “conhecidos” em uma posição que represente segurança às crianças. E isso de maneira alguma é verdade.

Por isso, “pessoa malandra” se aplica tão bem, pois um conhecido pode ter más intenções ao se aproximar de uma criança que esteja sozinha e, justamente usará o fato de ser um conhecido para fazer com que a criança aceite sua imposição.

O que Jodie ensinou para seus filhos faz parte do método criado por Pattie Fitzgerald, criadora da ONG Safely Ever After, que tem como objetivo criar métodos que possam proteger as crianças de possíveis violências. Justamente por que muitas vezes quem machuca a criança é alguém que ela já conhece, um amigo da família ou mesmo um parente.

A ideia central do método é ensinar as crianças a desconfiarem de atitudes suspeitas que qualquer pessoa possa ter, seja ela conhecida ou não. No caso de um sequestro

Alguns dos preceitos são: Educação infantil

Adultos seguros não pedem ajuda para crianças;

Nunca deixe seu filho sem supervisão;

Substitua a palavra “estranho” por “pessoa malandra”. Lembre-se: não é a aparência ou quanto você conhece da pessoa que irá determinar se ela é segura ou não, mas sim as suas atitudes em relação à criança;

Crie regras de segurança com seu filho. E deixe claro que qualquer pessoa que tentar quebrar essas regras de segurança ou machucar seu filho de alguma forma não é seguro, independentemente de ser alguém conhecido ou não;

Ouça seu filho e preste atenção às suas atitudes. Se ele não quiser ficar próximo de alguém, babá, professora, amigo da família ou mesmo um parente, desconfie.


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As vacinas de ambas são seguras e protegem a saúde do bebê e criança, contudo há benefícios na rede privada

Apesar de ambas terem ótima qualidade e garantirem a proteção do seu bebê, algumas vacinas oferecidas na rede pública são diferentes daquelas existentes na rede privada. Saiba quais são essas diferenças e entenda como isso afeta a saúde do seu filho.

AS VACINAS

Algumas vacinas

As vacinas Tríplice bacteriana DTPa e tríplice bacteriana DTPW

As vacinas tríplices bacterianas protegem o bebê contra difteria, coqueluche e tétano. Na rede pública está disponível a DTPw que é feita a partir de células inteiras da bactéria. Já na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras, mas sim com proteínas. “Ela é uma vacina mais purificada, só contém o que realmente é necessário para proteger o ser humano e por isso as chances de ocorrerem eventos adversos são menos frequentes e intensas”, explica a pediatra Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). É importante ressaltar que na vacina DTPw, fornecida na rede pública, as chances de ocorrerem eventos adversos já são muito baixas.

Caso seu bebê tenha tomada uma dose da DTPw, que é oferecida na rede pública, e tenha apresentado febre alta por um tempo prolongado e outras reações adversas é recomendado passar a oferecer a DTPa. “Quem começou com uma pode completar o esquema com a mesma ou com a outra (são cinco doses em 2, 4, 6, 15 meses e 4 a 6 anos). Mas a proteção oferecida pelas duas vacinas é adequada contra a difteria, tétano e coqueluche, desde que seguindo os esquemas vacinais propostos”, explica o pediatra Yechiel Moisés Chencinski, membro do departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Vacina Haemophilus influenzae tipo b e seus reforços

Haemophiluis influenzae tipo B é uma bactéria que pode causar uma série de doenças infecciosas com complicações graves, como: pneumonia, dor de ouvido, inflamação na epiglote, meningite, inflamação nas articulações, entre outros.

A vacina contra esta bactéria está disponível tanto na rede pública quanto na privada, com a diferença de que na rede privada há uma dose a mais. “O esquema padrão inicial dessa vacina é de 4 doses, que seriam 3 mais o reforço. Contudo, quando o Ministério da Saúde adotou essa vacina, a imunização em massa permitiu reduzir a circulação da bactéria e quando ela é praticamente eliminada, três doses são o suficiente. Dar a quarta dose é mais um cuidado extremo do que uma necessidade”, diz Isabella Ballalai.

Vacina rotavirus monovalente e vacina rotavirus pentavalente

A vacina de rotavírus é uma vacina de vírus vivo, oral. Ela pode ser monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em duas doses. A vacina rotavirus monovalente é oferecida na rede pública.

A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada. Ela oferece imunidade contra 5 sorotipos diferente de rotavírus e é feita na clínica em três doses. Bebês que iniciam a vacinação com uma determinada vacina devem idealmente terminar o esquema vacinal com o mesmo produto. “Mas, na falta do mesmo produto, a vacinação não deve ser interrompida e a vacina que estiver disponível deverá ser administrada. Caso uma das doses tenha sido da vacina pentavalente, o total de três doses deverá ser realizado. E é importante ter atenção aos intervalos e datas limite para a aplicação dessas vacinas”, diz Yechiel Moisés Chencinski. Assim, a vacina pentavalente oferece uma proteção mais ampla.

As vacinas pneumocócica conjugada 10 e pneumocócica conjugada 13

As vacinas pneumocócicas conjugadas protegem as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e otite média aguda. A vacina pneumocócica conjugada (VPC 10), que está presente na rede pública, protege contra 10 subtipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada (VPC 13) irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos. “Os principais pneumococos estão presentes na VPC10, mas a VPC13 irá proteger contra mais três subtipos, fazendo com que ela seja uma opção interessante”, constata Isabella Ballalai.

A VPC 13conta com 3 doses dadas aos 2, 4 e 6 meses e um reforço de 12 a 15 meses. “Se começar o esquema no posto de saúde, pode-se aplicar inicialmente a VPC10 (2 doses) e completar a 3ª dose e o reforço com a VPC13. Crianças com esquema completo de VPC10 podem se beneficiar com uma dose adicional de VPC13 com o objetivo de ampliar a proteção em crianças de até 5 anos, respeitando o intervalo mínimo de dois meses da última dose”, explica Yechiel Moisés Chencinski.

Vacina influenza

Na rede pública a vacina influenza, que protege contra a gripe, só é oferecida até os 5 anos de idade. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda que todos sejam vacinados anualmente contra a influenza, independente da idade. “No Brasil não conseguimos doses para toda a população, por isso é preciso ter prioridades, como as crianças até 5 anos de idade”, explica Isabella Ballalai. Contudo, na rede privada é possível tomar esta vacina, sem pertencer aos grupos de risco.

As Vacinas Meningocócica conjugada C e Meningocócica conjugada ACWY

A vacina meningocócica conjugada C está presente na rede pública, enquanto a versão ACWY só pode ser encontrada na rede privada. Ambas previnem meningites. “Com a diferença que meningocócica conjugada C protege apenas contra o tipo C e a versão ACWY protege contra esses quatro tipos. O C é o responsável por 70% das meningocócicas do país, contudo o tipo W vem aumentando bastante sua participação, e já é a causa de 20% dos casos de meningocócicas no sul do Brasil”, alerta Isabella Ballalai. Por isso, a meningocócica conjugada ACWY é uma boa alternativa.

Vacina contra o HPV

A rede pública já oferece a vacina contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. “O problema é que o benefício não se estende aos meninos e a Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que eles também tomem esta vacina, seguindo o mesmo esquema de doses e idade”, explica Isabella Ballalai. Na rede privada os meninos podem tomar a vacina contra o HPV.

Vacina contra a hepatite A

A rede pública vacina as crianças contra a hepatite A com um ano de idade. “Contudo a rede privada segue a recomendação da SBIm e seis meses após esta primeira dose, aplica uma segunda”, observa Isabella Ballalai. Uma única dose desta vacina garante proteção até os 10 anos, mas não há certeza quanto a vida adulta. A segunda dose irá garantir a imunidade contra a hepatite A também na vida adulta.

Vacina varicela

A vacina varicela irá proteger as crianças contra a catapora. Contudo, a rede pública oferece apenas uma dose dela. “Isto não é o suficiente para prevenir a doença, apenas para evitar que a pessoa contraia versões mais graves dela. Na rede privada são oferecidas duas doses, sendo que a segunda irá de fato proteger contra a doença”, explica Isabella Ballalai.

Fonte: https://goo.gl/yv2xA9

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Olá mamães esse bebê quase morre depois de receber um beijo e contrair herpes, achei a matéria muito importante pois temos que tomar cuidado com nossos filhos.

BEBÊ QUASE MORRE

Bebê quase morre depois de receber um beijo e contrair herpes

Bebê quase morre depois de receber um beijo e contrair herpes

Uma Bebê recém-nascida quase morreu após contrair herpes labial por causa um beijo recebido na boca. O caso aconteceu em Doscaster, na Inglaterra. Claire Henderson, mãe da menina, fez uma publicação no Facebook pedindo cuidado:

“Nunca deixe estranhos beijarem seu bebê, mesmo que não aparentem nenhuma doença”. A postagem já foi compartilhada por mais 35 mil pessoas.

A bebê, Brook, apresentou bolhas nos lábios, nas bochechas e no queixo e ficou internada durante cinco dias. Felizmente, a mãe notou que havia algo errado e procurou ajuda médica a tempo.

O vírus da herpes pode ser fatal para bebês com menos de três meses, pois eles ainda não têm imunidade suficiente para combatê-lo.

Além disso, pode causar danos permanentes no cérebro, fígado e pulmões.

A doença se caracteriza por feridas na região da boca e os principais sintomas são dor, coceira, ardência e vermelhidão.

O contágio pode se dar por beijos ou contato com objetos infectados.

O que é Herpes

A herpes é uma doença altamente contagiosa que se pega através do contato direto com a ferida da herpes de alguém, pelo beijo, no banheiro, pela roupa ou até mesmo pelo ar, no caso da herpes zóster.

O contato com algum objeto infectado com o vírus, como copo, talheres, toalhas da pessoa infectada também é altamente contagioso na fase em que a ferida está cheia de bolhas com líquido.

Como se pega herpes labial

O vírus da herpes labial é transmitido:

  • pelo beijo;
  • pelo copo;
  • uso do mesmo talher;
  • uso da mesma toalha;
  • uso da mesma roupa.

Ou qualquer outro objeto que tenha sido usado anteriormente pelo indivíduo contaminado e que ainda não tenha sido desinfetado.

Um indivíduo que possuir herpes genital e que colocar seu órgão genital na boca de um outro indivíduo poderá contaminá-lo, e este último vir a desenvolver a herpes labial.

 


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