Amamentação-Existe o Melhor Alimento do Mundo
Amamentação

Estamos na Semana Mundial da Amamentação, e é nesse clima de incentivo que escrevo este post. Compartilho com vocês minhas experiências com a amamentação e seus benefícios tanto para a mamãe quanto para o bebê.
Uma das primeiras preocupações que tive quando engravidei foi se eu teria leite para alimentar meu bebê, pois meus seios eram pequenos e eles não cresciam, passava um mês, dois, três e nada e aquilo me angustiava. Quando completei os 7 meses de gestação da Isa minha mais velha recordo-me como hoje que me arrumei para uma festa de aniversário de uma amiga da faculdade do marido e ao chegar na festa a blusa que vestia estava molhada e depois ficou manchada era o leite, eu nem acreditava no que estava vendo, pois a Isa ainda nem tinha nascido, e eu fiquei tão alegre que nem liguei para a mancha, já na segunda gestação sofri com a ansiedade e a angustia, pois o leite só veio quando a Gabi nasceu e levou uns 5 dias para o leite vim ficava só o colostro.
Amamentei a Isa até completar um ano pois estava trabalhando e tudo ficava mais difícil, já com a Gabi foi diferente tive a oportunidade de parar de trabalhar cuidando exclusivamente dela hoje ela tem 2 anos 1 mês e ainda mama, nunca regulei horário sempre foi livre demanda e é recompensador para mim.
Sobre os palpites ouvi vários, essa menina não dorme por que seu leite é fraco, dá mingau a essa menina, o leite materno não sustenta nada não, ela já tem um ano tira essa mama tá bom, foram inúmeros palpites.
Quando levei a Gabi para fazer o teste da orelhinha, ouvi um relato que me deixou muito triste, pois tinham várias mães e uma delas relatou que não ia ficar acordando para amamentar que deu mingau a baby dela com apenas 15 dias de nascida e a outra incrementou que não amamentou para os seios dela não cair, pensa numa situação triste que fiquei, veio logo em minha mente tantas mães querendo amamentar e a importância do leite materno para os seus filhos.

Posições para Amamentar

Amamentação

Muitos casos podem ser mesmo falta de informação, então trouxe alguns dos benefícios

1. Diminuição da mortalidade infantil
2. Protege contra infecções gastrointestinais
3. Protege contra infecções respiratórias
4. Diminui o risco de alergias
5. Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes
6. Diminui o risco de obesidade
7. Melhora a nutrição
8. Tem custo zero
9. É um vínculo entre mãe e filho

Massagem para amenizar as frisuras

Amamentação

É maravilhoso o vínculo entre mãe e filho que a amamentação envolve. Não tem nada melhor do que poder ter o filho nos braços e oferecer a ele o melhor alimento do mundo e vê-lo crescer em seus braços.
Sei que sentirei saudades desses momentos, que são únicos então desfruto o máximo possível.
Entendo que muitas mães não puderam amamentar por dificuldades ou mesmo por não ter tido leite, não se sintam mal por isso, vocês são mães maravilhosas que passaram por isso junto com seu pequenos, foi uma fase que foi superada, com lutas e sofrimento. Por isso, mamãe, se você está passando por alguma dificuldade, não desista! Busque ajuda, apoio e lembre-se não deu para amamentar você fez o seu melhor .

 Trouxe os depoimentos das amigas do #confissõesMaternas

“Eu não amamentei, e toda vez que profiro esta frase em voz alta, pra mim mesma, que seja, me dói na alma não ter sido a mãe que eu gostaria de ter sido: plena, completa, provedora. Sim, esta é a palavra, provedora, do alimento, do vínculo, da transformação, de dar a Melissa uma oportunidade normal de ser aleitada por mim. Na época eu era leiga, eu não me muni de informações para ajudar minha filha neste processo de amamentar, eu fiz absolutamente tudo errado. Eu não me preparei para o amamentar, acreditei fielmente que ele viria naturalmente. E quando precisei amamentar de verdade, Melissa não pegava de jeito nenhum meu peito e no desespero, eu falhei. Deixei as pessoas falarem, pitacarem, decidirem por mim, eu acabei delegando algo só meu para todas as outras pessoas, eu acreditei que assim elas me ajudariam a achar um jeito. E o jeito não veio, o que veio foi um pote de fórmula pronta, uma mamadeira e uma mãe inconformada. E apesar de ter perdido a batalha, ainda assim encontrei uma forcinha para ao menos não privar totalmente minha filha do meu leite. Cheguei a ir até um projeto de amamentação, comprei uma bomba de extração manual de leite, insisti. Tirei o leite para dar, enquanto ele vinha, e prometi a mim mesma que mesmo que fosse uma única gota, eu daria sim para que ela soubesse que eu persisti no amor. Eu fui derrotada pela minha própria ignorância, pela inocência de que uma mãe nasce automaticamente. Mas aprendi que mesmo não tendo sido como eu gostaria, eu hoje entendo, que isto não fez de Melissa uma criança menos que outras. Fui e sempre serei a melhor mãe para ela. Fica a lição para você, mamãe, não hesite em buscar informações para permitir que seu filho tenha o melhor alimento do mundo. “

                                                                                                                                Beatriz-instablog @eubemqueteavisei

“Amamentar para mim foi a melhor experiência da maternidade, para mim é o momento mais belo, único, emocionante e é muito mais que simplesmente alimentar o nosso bebê. É nesse contato que fortalecemos ainda mais o nosso vínculo de mamãe e bebê através da troca de olhares e carícias.
É uma pena que muitas mulheres são impossibilitadas de amamentar por diversos motivos, como por exemplo, as que são portadoras de doenças infectocontagiosas ou simplesmente por não o desejarem. Outras, que amamentam apenas por se sentirem pressionadas pelos outros quando na verdade não sentem prazer nenhum, o que não é bom nem para a mãe e nem para o bebê.
E como você falou mesmo às mães que preferem o uso da fórmula e mamadeira, também fortalecem a conexão entre eles nesse ato, e em todos os cuidados básicos, além de gerarem momentos de pura ternura e amor se entregando por inteiro em cada atividade juntos.”

                                                                                                                                           Isis Vebber – Blog Isis Vebber

“Amamentei durante 6 meses exclusivamente os meus dois filhos, o mais velho por 1 ano e 8 meses e o caçula por 2 anos e 8 meses. Sim, eu amei amamentar e sim, apoio a amamentação. Mas também sei que cada caso é um caso, pois essas foram minhas experiências. O contato com o bebê é muito bom, além do leite materno ser um alimento completo e de extrema importância. Mas, nem tudo são flores, meu mais velho não mamou de primeira, demorou a acertar a pegada. Meus peitos racharam, sangraram e quando os dentinhos do bebê começaram a nascer, ele me mordia. Mas, com paciência e persistência conseguimos. Não sou melhor nem pior que qualquer outra mãe, mas acredito que como tudo da vida, a informação é nossa aliada.”

                                                                                                                                                      Camila – Blog Baú de Menino

“Me recordo de que quando estava grávida não pensei muito na amamentação, pouco li sobre assunto. Sabemos que vamos amamentar e ponto. Não temos ideia das dificuldades que irão surgir. Após o nascimento do Joseph veio o momento de amamentar – mágico?! Pra mim não foi. Não tinha leite, não tinha bico, o bebê chorando, eu nervosa… Joseph teve dificuldade na ‘pega’ e era uns 10-15 minutos ele chorando e não conseguia de jeito nenhum mamar, eu não tinha bico, o leite demorou a descer, não sabia a forma correta, no hospital as enfermeiras foram super maravilhosas e com elas me auxiliando conseguimos as primeiras mamadas, mas quando me vi “sozinha” em casa pra hora do mamar… ai que desafio… usei as conchinhas de amamentação direto pra ajudar a fazer o bico, e estimulando e acredito que por conta disso não tive rachaduras, nem sangramentos… porque a todo momento o bico estava úmido e juntava o excesso do leite na conchinha, então não tinha problemas de empedrar, febres… meu desafio era apenas o Joseph aprender a pega. Eu sentava na poltrona com a almofada de amamentação, ficava em pé, sentava de novo… andava pra lá e pra cá, até conseguir. Somente quando fui na consulta com um terceiro pediatra… é que a Dra. Luíza me pediu para mostrar como eu estava fazendo e no ato verificou que a posição estava errada e nos ajudou. A partir daí… ufa!! Conseguimos. Joseph mamou até os 2 anos e 8 meses.
Amamentar dá trabalho sim! Mas o prazer, a cumplicidade de retorno não tem preço. Meu conselho pra você que está grávida ou planeja engravidar, se prepare, leia, aprenda e exerça a amamentação, porque é um ato de amor para com seu filho.”

                                                                                                                                                    Cristiane – Blog Prosa de Mãe

“A ordem natural das coisas é a mulher amamentar sua cria, mas nem sempre isso acontece por diversos fatores e não devemos (nem podemos) julgar nenhuma delas. Quando estava grávida da Maria eu fiz tudo que meu ginecologista indicava, bucha no peito, sol… Aparentemente estava tudo ótimo, meu peito tinha bico bom, estava cuidando, a amamentação seria um sucesso! Maria nasceu e quando foi mamar foi um desastre, ela não sugava, e na maternidade as enfermeiras eram fofas, ajudavam, davam dica, mas Maria não tava afim. Lembro que contava por sugadas o quanto ela mamava…Fomos para casa e ela só perdia peso, não mamava e preferia dormir, para acordá-la eu tirava o macacão, fazia de tudo… Ela acordava dava umas sugadinhas e pronto! Comecei a ficar desesperada, e comecei a complementar. Não, não me senti culpada. As vezes achava que a culpa era minha, mas logo passava, por que a culpa não era de ninguém, Maria até hoje ( com 4 anos) não toma leite.
Então o que falo é, a amamentação é muito importante, temos que buscar informação, tentar, aprender, ouvir relatos… Mas se não rolar, não se culpe, não depende só de você!”

                                                                                                                                            Karina -Blog Mãe Perfeitamente Real

“Com meu primeiro filho, não tive uma experiência muito boa, o leite não descia, o bebê chorava muito, não tinha bico, o peito rachou também. Nos cinco primeiros dias, sofri demais. Não tem jeito, bate o desespero, e o medo que o leite não desça toma conta.
Dei complemento nos primeiros dias, afinal, o bebê precisava ser alimentado. Com o passar dos dias, o Leite foi descendo, o bebê sugando mais e as coisas foram entrando nos eixos. Claro, tudo com muita dificuldade, era o primeiro filho, e estava ali, aprendendo, juntamente com ele. Tudo é novidade é aprendizado, quando se trata de filhos.Ele mamou até 1 ano e 8 meses, e largou sozinho do peito. Com o segundo, foi bem mais tranquilo o começo, o leite desceu mais rápido, o bebê era mais gulosão, mas mamou apenas até os cinco meses. Parou sozinho, não quis mais, tentei de tudo.Fui ao banco de leite, segui todas as orientações que me foi passada. E nada!!! O garoto, não quis mais saber do peito. Penso, que cada criança é de um jeito. Fiz minha parte, e não me senti menos mãe, por ele ter mamado num período menor que o irmão.
Tive muito apoio da minha família, quanto a amamentação,e como minha mãe me dizia: Seja peito, leite ordenhado,leite na mamadeira ou fórmula.O importante é a criança estar bem e alimentada.
O amor é o mesmo! Porque tudo que fazemos é na verdade um ato de amor.”

                                                                                                                                            Mara – Instablog @soumãedemeninos

“Minha experiência com a amamentação foi tranquila e fantástica. Aprendi a amamentar meu bebê na maternidade e sofri somente com o excesso de leite. Resolvi esse problema usando conchas de amamentação.
Em minha opinião, AMAmentar é a maior conexão que p
ode haver entre mãe e filho após o nascimento. É amor, é olhar, é toque, é cumplicidade, é amor liquido.
É sublime e especial a maneira como o bebê olha para a mãe enquanto mama. É como se dissesse: mãe obrigada pelo melhor alimento do mundo! Ahh como tenho saudades!! Confesso que me arrependo pelas vezes que fiquei olhando para o celular ou TV e não aproveitei aquele momento. Passou tão rápido…O desmame foi tranquilo. Próximo dos 10 meses comecei a dar mamadeira e como ele confundiu os bicos (seio e mamadeira) me machucou. Aí senti dores horríveis com fissuras e entendi porque algumas mães desistem de amamentar. Parei de dar para cicatrizar e quando voltei ele foi gradativamente perdendo o interesse. Ele não sofreu, mas eu me senti culpada algumas vezes. Porém, ao ver tantos relatos de mães que sofrem com o desmame penso que foi melhor assim…Caso você não tenha conseguido amamentar não se frustre ou culpe, sinta meu abraço e saiba que não é menos mães por isso. Para as grávidas desejo que busquem informações e apoio especializado, porque faz uma grande diferença entre conseguir ou não amamentar. “

                                                                                                                                 Fabiana – Instablog @maesdepoisdos30 

“Amamentei a Rafaella minha mas velha por 1 a 7 m quando eu já estava com uma barriga de quase 7 meses do meu segundo Filho.Quando a Rafinha nasceu, foi direto para os meus braços e eu amamentei! Aquele momento foi mágico, ela se calou e mamou, por vários minutos… Foi incrível e eu nem imaginava que as horas seguintes seriam de muito choro e de provação pra mim.
O leite não descia, Rafaella gritava. Ela não pegou bem nos dois primeiros dias e o peito rachou, doía eu chorava de dor e de vê-la chorando querendo mamar e não conseguir. Mas persisti. As enfermeiras foram fundamentais e me ajudaram muito! Colocavam a Rafinha na posição correta, fazia ela abocanhar a mama. Agradeço a Deus a assistência que tive no hospital (e não era particular viu?!). Quando fui pra casa já estávamos craque nessa “arte”. Com o segundo, meu príncipe Rafael não tive grandes problemas! Ele mama até hoje, com 1 ano e 7 meses. E ainda nem penso em quando pretendo desmama-lo. Desmamar é bem complicado, exige muito cuidado, carinho, e muita mais muita paciência!
Amamentar é lindo, maravilhoso, mas nós somos passíveis a exaustão! E eu já me vi várias vezes não querendo amamentar pra dormir, ou simplesmente porque to cansada demais e aquele momento não é tão prazeroso pra mim! Sim eu meu culpo por isso!Amamentar é divino mas não é um mar de flores o tempo inteiro!
Informação é fundamental sempre! Mas se já estás munida de todo tipo de informação e nada da certo, escute o seu coração, siga teu instinto materno, e seja feliz seja com a tua própria escolha (de amamentar ou não) ou a que a vida impôs a vocês!”

                                                                                                                            Manoella -Instablog @mamaesemfrescura_

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