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Alguns Motivos para Amar estar Gravida

 A gravida senti muitas coisas, mais também sente muitas emoções e tem muitos motivos para amar estar gravida

Alguns-Motivos-para-Amar-estar-Gravida

Gravida, sente muitos enjoos,faz uma baterias de exames,  sente doses extras de cansaço, dores nas costas e tem preocupações que nunca imaginava ter. Mas, calma, quando bater aquele cansaço, enjoos e azia lembre-se de que você também está cheia de motivos para comemorar. Estar grávida é também motivos para amar trago alguns motivos que nos faz amar estar gravida, pensando nisso pesquisando algumas razões na revista Crescer para esse momento também ter motivos bons e  poder usar e abusar de algumas coisas que as gravidas podem nesse momento especial

  •  Ter todos os seus desejos realizados, por mais malucos que sejam;
  •  Sair ótima nas fotos sem precisar encolher a barriga e se elogiada pelo lindo barrigão;
  •  Vestir roupas mais confortáveis sempre que tiver vontade e ainda receber elogios;
  •  Ficar simplesmente linda naquela blusa mais decotada;
  •  Esquecer o significado da TPM, uma das melhores partes;
  •  Tirar uma soneca gostosa durante a tarde sem ninguém olhar feio;
  •  Encontrar vagas e assentos reservados pra você;
  •  Ser a mais paparicada da família;
  •  Usar mais da metade da cama sem ouvir reclamações;
  •  Estar sempre em boa companhia.

Então espero que tenham gostado e abusem do que vocês podem fazer enquanto estiver gravida, pois afinal de contas você estar carregando o maior tesouro dadsua vida e serão por 09 meses sendo apenas um e tudo isso vai passar, então aproveita cada segundo. 

Até a proxima bjs Nanda


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Câncer de Mama Part 3- Por Daiane Souza

Ola meninas, voltei com a última “Câncer de Mama Part 3”

 CANCER-DE-MAMA-SINTOMAS-TRATAMENTO


 Sintomas


Em geral, o primeiro sinal da doença costuma ser a presença de um nódulo único, não doloroso e endurecido na mama. Outros sintomas, porém, devem ser considerados, como a deformidade e/ou aumento da mama, a retração da pele ou do mamilo, os gânglios axilares aumentados, vermelhidão, edema, dor e a presença de líquido nos mamilos.


Diagnóstico


A mamografia (raios-X das mamas) é o exame mais indicado para detectar precocemente a presença de nódulos nas mamas. O exame clínico e outros exames de imagem e laboratoriais também auxiliam a estabelecer o diagnóstico de certeza.


Apesar de a maioria dos nódulos de mama ter características benignas, para afastar qualquer erro de diagnóstico, deve ser solicitada uma biópsia para definir se a lesão é maligna ou não e seu estadiamento (análise das características e da extensão do tumor).


Tratamento


As formas de tratamento variam conforme o tipo e o estadiamento do câncer. Os mais indicados são: quimioterapia (uso de medicamentos para matar as células malignas), radioterapia (radiação), hormonoterapia (medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos) e cirurgia, que pode incluir a remoção do tumor ou mastectomia (retirada completa da mama).


O tratamento pode, ainda, incluir a combinação de dois ou mais recursos terapêuticos.


Recomendações


* Faça o autoexame das mamas mensalmente, de preferência no 7º ou 8º dias após o início da menstruação, se você é mulher e tem mais de 20 anos, pois cerca de 90% dos tumores  são detectados pela própria paciente;


* Procure o médico para submeter-se ao exame das mamas a cada 2 ou 3 anos, se está entre 20 e 40 anos; acima dos 40 anos, realize o exame anualmente;


* Não se esqueça de que a mamografia deve ser realizada todos os anos;
* Atenção: embora menos comum, o câncer de mama também pode atingir os homens. Portanto, especialmente depois dos 50 anos, eles não podem desconsiderar sinais da doença como nódulo não doloroso abaixo da aréola, retração de tecidos, ulceração e presença de líquido nos mamilos.







Bom é isso, vejo vocês na próxima sexta. Bjss
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Blog:http://www.blogdemaepramamaes.com/




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Câncer de Mama Part 2- Por Daiane Souza

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Fatores de risco
Os principais fatores de risco para o câncer de mama são:

Histórico familiar

Os critérios para identificar o risco genético que uma mulher tem de sofrer um câncer de mama são:

Dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama
Um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
Dois parentes de primeiro grau com câncer de mama, sendo que um teve a doença antes de 45 anos
Um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral
Um parente de primeiro grau com câncer de mama e um ou mais parentes com câncer de ovário
Um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário
Três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama
E dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário.
Idade

As mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas de câncer de mama. Isso porque a exposição ao hormônio estrógeno está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente.

Menstruação precoce

A relação entre menstruação e câncer de mama está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio em quantidades alteradas facilita a proliferação desordenada de células mamárias, resultando em um tumor. Quanto mais intensa e duradoura é a ação do hormônio nas células mamárias, maior é a probabilidade de um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos 9 ou 10 anos de idade, é porque os ovários intensificaram a produção do hormônio cedo e, assim, o organismo ficará exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida.

Menopausa tardia

A lógica nesse caso é a mesma do caso acima – enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, deixando as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado.

Reposição hormonal

Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances de câncer de mama. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Como alternativa à reposição hormonal, é indicada a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

Colesterol alto

O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, aumentando o risco de câncer de mama.

Obesidade

O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama principalmente após a menopausa. Isso porque a partir dessa idade o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Sob a ação de enzimas, a gordura armazenada nas mamas, por exemplo, é convertida em estrógeno. O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. A redução de apenas 5% do peso já cortaria quase pela metade os riscos de desenvolver alguns dos principais tipos de câncer de mama. A constatação é de pesquisadores do Centro de Prevenção Fred Hutchinson (EUA), com base na avaliação de dados de 439 mulheres acima do peso entre 50 e 75 anos de idade.

Ausência de gravidez

Mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de ter câncer de mama devido a ausência de amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea.

Lesões de risco

Já ter apresentado algum tipo de alteração na mama não relacionada ao câncer de mama também pode aumentar as chances do surgimento de tumores. Dessa forma, pequenos cistos ou calcificações encontrados na mama, ainda que benignos, devem ser acompanhados com atenção.

Tumor de mama anterior

Pacientes que já tiveram câncer de mama têm mais chances de apresentar outro tumor – nesse caso, o câncer de mama é chamado de câncer recidivo, ou um câncer de mama que sofreu uma recidiva.

Sintomas de Câncer de mama
A maioria dos tumores da mama, quando iniciais, não apresenta sintomas. Caso o tumor já esteja perceptível ao toque do dedo, é sinal de que ele tem cerca de 1 cm³ – o que já uma lesão muito grande. Por isso é importante fazer os exames preventivos na idade adequada, antes do aparecimento de qualquer sintoma do câncer de mama. Entretanto, o nódulo não é o único sintoma de câncer de mama. Veja outros sinais:

Vermelhidão na pele
Alterações no formato dos mamilos e das mamas
Nódulos na axila
Secreção escura saindo pelo mamilo
Pele enrugada, como uma casca de laranja
Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida.
Na próxima sexta volto com a parte final da serie Câncer de Mama. Bjss

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HPV por Daiane Souza

O Human Papiloma Virus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. É uma infecção transmitida sexualmente (DST). A ausência de camisinha no ato sexual é a principal causa da transmissão.


Também é possível a transmissão do HPV de mãe para filho no momento do parto, devido ao trato genital materno estar infectado. Entretanto, somente um pequeno número de crianças desenvolve a papilomatose respiratória juvenil.


O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratado, torna-se a principal causa do desenvolvimento do Câncer de colo do útero e do Câncer de Garganta. 99% das mulheres que possuem Câncer de colo do útero foram infectadas por esse vírus.






SINTOMAS


O HPV pode ser sintomático clínico e subclínico. Quando sintomático clínico, o principal sinal da doença é o aparecimento de verrugas genitais na vagina, pênis e ânus.


É possível também o aparecimento de prurido, queimação, dor e sangramento. Espalham-se rapidamente, podendo se estender ao clitóris, ao monte de Vênus e aos canais perineal, perianal e anal. Essas lesões também podem aparecer na boca e na garganta do homem e da mulher.


Nos homens, a maioria das lesões se encontra no prepúcio, na glande e no escroto. As verrugas apresentam um aspecto de uma couve-flor.


Já os sintomas do HPV subclínico (não visível a olho nu) podem aparecer como lesões no colo do útero, na região perianal, pubiana e ânus.






DIAGNÓSTICOS


O HPV pode ser diagnosticado através do exame ginecológico e de exames laboratoriais, como Papanicolau, colposcopia, peniscopia e anuscopia.


Deve-se realizar diagnóstico diferencial com outras lesões papilomatosas, incluindo variações anatômicas (glândulas sebáceas, pápulas perláceas do pênis), outras doenças infecciosas e neoplasias.


Diagnóstico Diferencial de Condiloma Acuminado
Doenças Sexualmente Transmissíveis


Condiloma plano (síflis) – lesão de base larga com superfície lisa.
Herpes simples vírus (HSV) – erupção vesiculosa com base eritematosa e ulcerações.
Molusco contagioso – pápulas amareladas com umbilicação central.
Lesões Benignas Comuns na Pele 


Querastoses seborréticas – lesões hipertróficas de superfície rugosa.
Nevos-lesões tipicamente elevadas, porém tipos pedunculados podem ocorrer.
Pápulas perláceas do pênis – pápulas circunscritas, com 1 a 2mm de diâmetro, usualmente sobre a porção proximal de glande.
Neoplasias (se houver suspeita, a biópsia se faz necessária)


Papulose boewnóide – carcinoma in situ, pápulas rugosas únicas ou múltiplas, de 2 a 4mm de diâmetro, variando de cor da pele a vermelhos-acastanhado, recalcitrante às terapias habituais para verrugas.
Melanona maligno – tipicamente único, pode ser plano ou elevado com variação na cor e formato.
Condiloma gigante ou tumor de Buschke-Lowenstein – lesão maligna de baixo grau, localmente invasiva que pode surgir como condiloma pedunculado.
EXAMES


O HPV pode ser identificado por meio de lesões que aparecem ao longo do trato genital, podendo chegar até o colo do útero. Ao perceber essas alterações nos exames ginecológicos comuns, o médico poderá solicitar mais exames para confirmar o diagnóstico. Conheça os principais:


Papanicolau: exame preventivo mais comum, detecta as alterações que o HPV pode causar nas células e um possível câncer, mas não é capaz de diagnosticar a presença do vírus. Recomenda-se que as mulheres realizem anualmente a partir dos 25 anos. Com dois resultados negativos, a periodicidade do exame passa a ser a cada três anos, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.


Colposcopia: feito com um aparelho chamado colposcópio, que aumenta a visão do médico de 10 a 40 vezes, o exame permite a identificação de 


lesões na vulva, na vagina e no colo do útero. A colposcopia é indicada nos casos de resultados anormais do exame de Papanicolau, para saber a localização precisa das lesões precursoras do câncer de colo do útero. Após a identificação das regiões com suspeita de doença, remove-se um fragmento de tecido (biópsia) para confirmação diagnóstica.


Detecção molecular do HPV


Captura Híbrida: é um teste qualitativo de biologia molecular. A técnica investiga a presença de um conjunto de HPV de alto risco, mesmo antes da manifestação de qualquer sintoma, por meio da detecção de seu DNA, confirmando ou descartando a existência da infecção do vírus. Para realizá-la, o médico deve obter material da região genital ou anal por meio de uma escovinha especial, que é enviada para análise laboratorial.


PCR (reação da cadeia de polimerase): por meio de métodos de biologia molecular com alta sensibilidade, esse teste detecta a presença do genoma dos HPV em células, tecidos e fluidos corporais. É capaz de identificar a presença de praticamente todos os tipos de HPV existentes.


PREVENÇÃO


Para evitar o aparecimento do HPV recomendam-se os seguintes cuidados:


Uso de camisinha masculina, para todos os tipos de relações sexuais (oral, anal, genital);
Uso de camisinha feminina;
Vacina quadrivalente (previne contra o HPV 6,11,16 e 18) ou bivalente (contra o HPV 16 e 18);
Rotina do exame preventivo (Papanicolau);
Evitar fumar, beber em excesso e usar drogas, pois essas atividades debilitam o sistema de defesa do organismo, tornando a pessoa mais susceptível ao HPV.

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Blog:http://www.blogdemaepramamaes.com/



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