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Olá meninas tudo bem? Hoje é dia de falar da nossa saúde e o tema de hoje  Vaginose Bacteriana
VAGINOSE BACTERIANA 
 Vaginose Bacteriana é uma infecção genital causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella Vaginalis. 
Não é considerada uma doença sexualmente transmissível para alguns especialistas, uma vez que algumas dessas bactérias podem ser encontradas habitualmente no ser humano. No entanto, a transmissão ocorre também pelo contato íntimo ou relação sexual. 
A Vaginose é a causa mais comum do corrimento genital e a segunda causa da candidíase. Essa infecção desencadeia um desequilíbrio da flora vaginal fazendo com que a concentração de bactérias aumente. Atualmente, a Vaginose Baceteriana é considerada uma proliferação maciça de uma flora mista, que inclui Gardnella Vaginallis, Peptoestreptococcus e Micoplasma hominis. 
Durante a menstruação, a Vaginose causa um odor desagradável e forte, pois nesse período a ação das bactérias aumenta. Essa doença ocorre principalmente em mulheres na idade reprodutiva, que usam DIU ou são fumantes. 
 SINTOMAS 
A Vaginose Bacteriana não apresenta uma reação inflamatória, por isso o reconhecimento da doença só pode ser percebido através dos seguintes sintomas: 
– Corrimento branco–acinzentado; 
– Odor fétido; 
– Pequenas bolhas. 
 O não tratamento da Vaginose pode ocasionar problemas mais sérios, como: endometrites e salpingites (inflamação das trompas). No homem, não há sintomas da doença. 
  
DIAGNÓSTICOS 
 O diagnóstico da Vaginose ocorre primeiramente em um exame ginecológico, no qual o médico nota se há a alteração do conteúdo vaginal. 
Após esse primeiro exame clínico, o médico solicitará um exame de laboratório, como o Papanicolau. Ocasionalmente, poderá ser solicitado uma cultura e testes imunológicos. 
  
EXAMES 
 A vaginose bacteriana ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal e a consequente diminuição do número de lactobacilos, que provoca o aumento de bactérias, muitas vezes própria da vagina, sendo assim uma causa orgânica. 
O diagnóstico da vaginose bacteriana pode ser feito através da descrição dos sintomas somada ao exame clínico realizado em consultório pelo ginecologista através da análise especular. De forma mais precisa, é possível diagnosticar a enfermidade por meio de exames que analisem a secreção vaginal como bacterioscopia, cultura e análise do pH. O exame preventivo de Papanicolaou, em que é realizada a coleta de células da vagina e do colo por uma raspagem visa rastrear a presença de lesões precursoras do câncer de colo uterino, porém também pode ajudar a dar o diagnóstico de outras doenças como a vaginose bacteriana. 
 Após a confirmação do diagnóstico de vaginose bacteriana o tratamento deve ser iniciado com a utilização de antibióticos em doses prescritas pelo ginecologista, os quais podem ser administrados pela via oral ou vaginal durante até sete dias. O tratamento da vaginose bacteriana deve ser realizado da forma correta para garantir a cura e não pré-dispor o organismo a outras infecções genitais. 
 PREVENÇÃO 
 A vaginose bacteriana é uma doença ginecológica que ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal. Esse desequilíbrio normalmente se dá pela diminuição do número de lactobacilos e aumento de alguma bactéria própria da vagina. Mas, o que fazer para evitar esse desequilíbrio? 
 Apesar de não ser definida como uma DST – Doença Sexualmente Transmissível, a vaginose bacteriana pode ser transmitida via relação sexual. Por isso, é importante o uso da camisinha, seja masculina ou feminina, em todas as relações. Também é preciso que o parceiro realize uma consulta com o urologista para verificar se realmente não apresenta nenhum sintoma da doença, prevenindo assim uma reinfecção da mulher. 
É essencial dar uma atenção especial na hora da higiene íntima para não relaxar e nem exagerar na limpeza. Quando for ao banheiro sempre limpe a vagina da frente para trás a fim de não trazer as bactérias do ânus para o genital. Na hora do banho, evite fazer duchas vaginais e utilizar bidês, pois nesses locais podem existir bactérias que desequilibram o trato vaginal. Assim, a vaginose bacteriana ficará mais longe de você e sua saúde ginecológica ficará mais prevenida. 
 TRATAMENTOS E CUIDADOS 
 O tratamento indicado para a Vaginose Bacteriana é realizado à base de antibiótico, podendo ser por via oral ou de uso tópico com creme vaginal ou óvulos. O uso de medicamento oral é indicado durante sete dias, assim como o creme vaginal, aplicado por sete noites. 
Não é recomendado consumir álcool durante o tratamento, pois inibe o efeito do medicamento oral. 
 CONVIVENDO 
 O desequilíbrio da flora vaginal pode, entre tantas doenças ginecológicas, provocar a proliferação das bactérias causadoras da vaginose bacteriana. Ao apresentar esse quadro, a mulher deve procurar um ginecologista que lhe receitará o melhor tratamento, mas em muitos casos a vaginose se torna recorrente, atrapalhando a vida social e profissional. Nesses casos, é preciso mudar a rotina para evitar o retorno da doença. 
O primeiro passo para acabar com o problema da vaginose bacteriana recorrente é manter uma vida saudável. Para isso, é preciso dormir pelo menos oito horas por dia, praticar atividades físicas com regularidade e manter uma alimentação saudável, sem excesso de açúcares. 
O corrimento provocado pela vaginose bacteriana tem odor desagradável. Por isso, realizar a higiene íntima de forma adequada, ao menos duas vezes ao dia, é de fundamental importância para curar a enfermidade e evitar novas infecções. 
O vestuário também é peça importante do combate à vaginose recorrente. Prefira sempre calcinhas de algodão, pois esse tipo de tecido deixa a pele respirar melhor e, com isso, não há o aumento da temperatura da vagina, uma das causas do desequilibro da flora vaginal. Nos dias mais quentes opte por saias e vestidos mais soltos, que além de deixá-la mais fresca são melhores para sua saúde ginecológica. E claro, nunca deixe de usar camisinha em todas as relações para evitar uma possível recontaminação. 
  
 Bom é isso por hoje, Bjss e até a próxima sexta.
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Minha Menina Agora é uma Mocinha

Nova fase surgindo, e com ela muitas duvidas, mais como mãe
de uma pré adolescente tento passar o máximo de informação que posso, graças a
Deus essa nova fase veio de maneira aceitável e tranquila pois sempre
conversamos sobre cada assunto e isso nos ajudou, que sigamos assim juntas e
unidas, que eu seja sempre essa mãe-amiga que sempre quis ser, me esforço faço
o meu possível   sempre, minha filha agora é uma mocinha.

 photo isa_zpsc54c70ad.jpgComecei a repara desde o ano passado os seios, depois a puberdade
e a primeira menstruação e foi assim. O importante para que a jovem encare esse
momento com segurança e tranquilidade, segundo ela, é que os pais mantenham um
canal de comunicação aberto com a filha, e bem antes da primeira menstruação.
Conversem bastante, e sempre sobre cada mudança e as que vêm
ainda de maneira natural
Procure ajuda
Para esclarecer dúvidas, leve sua filha ao médico sua filha
está crescendo e a melhor forma de ajudá-la é, além de informar e conversar
bastante, buscar ajuda especializada. O ginecologista é o melhor especialista
para orientar a jovem sobre as mudanças que ocorrem no corpo e esclarecer todas
as dúvidas.
Como os pais devem agir?
Passo 1:
Nem menina, nem moça
Não estranhe nem cobre que sua filha decida se cresceu ou se
ainda é pequena. Quando ocorre a primeira menstruação, é normal a garota
alternar comportamentos de menina e de moça – ou ter os dois ao mesmo tempo!
“A menina vive o desafio de acomodar dentro de si uma nova visão dela, do
seu corpo e da sua relação com os pais, por exemplo”, explica a
psicanalista. O segredo é conversar muito e ter paciência.
Passo 2:
Uma nova mulher
É preciso respeitar cada etapa: primeiro, a menina vai se
tornar adolescente para, anos depois, virar uma mulher. Na puberdade, a garota
é apresentada a muitas novidades, como depilação, mudanças na pele (com
possíveis espinhas ou acne) e sintomas de menstruação e de tensão pré-menstrual
(TPM), como irritabilidade, dor de cabeça, inchaço e dores nos seios. “É
importante a mãe compartilhar a sua experiência com a filha. Dizer, por
exemplo: ‘Essas coisas são novas, você está assustada’. É uma pergunta simples,
mas direta”, diz a psicanalista. Segundo Giovanna, não há receita pronta.
A mãe deve conversar sem “invadir”, vendo até onde a menina se sente
confortável para conversar.
Passo 3:
Os desafios a encarar
“Nessa fase, a sobrecarga emocional é grande e a menina
tem de se desdobrar para dar conta de tudo. O crescimento físico é rápido, e a
mente fica tentando correr atrás”, explica a psicanalista. E, dependendo
do tipo de relação que a jovem mantém com seu corpo, podem surgir dificuldades
para lidar com esse processo. “Às vezes, as meninas ficam usando roupas
muito largas para não mostrar as curvas, o bumbum ou o peito, que está
crescendo”, diz a especialista. “No limite dessa dificuldade de lidar
com as transformações, podem acontecer transtornos alimentares, como a
bulimia.” Os pais precisam redobrar a atenção.

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Ola meninas tudo? enfim chegou mais uma sexta feira, dia de falar da nossa saúde, e o assunto de hoje é Pilula Anticoncepcional


PÍLULA ANTICONCEPCIONAL

O anticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO) ou pílula anticoncepcional é um comprimido que tem em sua base a utilização de uma combinação de hormônios, geralmente estrogênio e progesterona sintéticos, que inibe a ovulação. O anticoncepcional oral também modifica o muco cervical, tornando-o hostil ao espermatozoide.

O uso desse método contraceptivo deve ser indicado pelo seu médico ginecologista, pois somente após análise é possível indicar a pílula adequada para o seu organismo.

Recentemente, com o avanço científico, surgiram pílulas com hormônios bioidênticos. Os hormônios bioidênticos são substâncias que têm estrutura química e molecular igual à dos gerados pelo organismo humano. Produzido em laboratório, a partir de diversas matérias-primas, servem para desempenhar as funções dos hormônios do corpo – desde o controle do ciclo menstrual, do metabolismo, tratamento da menopausa e anticoncepção.

O hormônio sintético é uma substância processada e manipulada em laboratório, o que pode gerar efeitos colaterais em comparação ao hormônio natural ou bioidêntico.

A pílula, com hormônio sintético ou bioidêntico, é um medicamento muito eficiente na prevenção da gravidez, pois seu índice de falha é de 0,1%.

Tipos de pílulas

Há diversos tipos de pílulas e as mais receitadas são:

Pílula Monofásica: A pílula monofásica possui em sua fórmula estrogênio e progesterona, com a mesma dosagem. É a pílula mais conhecida pelas mulheres. A utilização deve ter início entre o primeiro e o quinto dia da menstruação até a cartela acabar e depois é necessário parar por 7 dias.

Minipílula: A minipílula ou pílula sem estrogênio possui em sua base somente progesterona. É a pílula indicada para mulheres que estão amamentando e querem evitar uma nova gravidez. Para essas mulheres, a pílula deve ser tomada todos os dias, sem interrupção.

Pílula Multifásica: A pílula multifásica possui combinação de hormônios com diferentes dosagens conforme a fase do ciclo reprodutivo. Essas pílulas causam menos efeitos colaterais e possuem cores diferentes, para diferenciar a dosagem e o ciclo. A ordem deve ser respeitada.

Em 2007, foi lançada no Brasil a pílula anticoncepcional que contém em sua fórmula drosperinona e etinilestradiol. Essa nova pílula possui mais eficiência ao amenizar os sintomas físicos e emocionais causados pelos hormônios femininos, como tensão pré-menstrual, acne e síndrome dos ovários policísticos.

Trata-se de uma cartela de 24 pílulas contendo cada uma 3mg de drosperinona e 0,02mg de etinilestradiol. A maneira correta de tomar é uma pílula por dia durante 24 dias e 4 dias de intervalo.

Há também a pílula do dia seguinte, que deve ser usada somente em situação de emergência.

TRATAMENTOS E CUIDADOS

O método contraceptivo oral é a prática de prevenção mais estudada e prescrita. Os benefícios à saúde são numerosos e superam os riscos.

Existem evidências definitivas de proteção contra câncer de ovário e de endométrio, doença benigna da mama, doença inflamatória pélvica (DIP), gravidez ectópica e anemia por deficiência de ferro.

Estudos indicam que os contraceptivos orais podem oferecer benefícios na densidade mineral óssea, miomas uterinos e câncer colorretal. Existem evidências que apoiam a proteção contra o desenvolvimento de cistos ovarianos funcionais e artrite reumatoide. Entretanto, tratamento de alterações clínicas com contraceptivos orais é uma prática clínica que não consta na bula.

Dismenorreia, sangramento irregular ou excessivo, acne, hirsutismo (aumento de pelos em locais não comumente femininos) e endometriose associada à dor são alvos comuns da terapia com contraceptivos orais. Para evitar alguns desses problemas, têm-se oferecido regimes alternativos de uso dos anticoncepcionais chamados de regime contínuo, quando a mulher não para de usar o anticoncepcional, e regime estendido, quando a mulher o usa por períodos prolongados, geralmente de 84 dias seguidos de 7 dias de pausa.

Esses regimes mostraram que há benefícios e efeitos colaterais nessa nova maneira de usar o anticoncepcional. O principal efeito colateral é o “spotting” ou a perda de sangue (em pequena quantidade) durante o uso do anticoncepcional.

A maioria das pacientes não está consciente desses benefícios à saúde, bem como do uso terapêutico dos contraceptivos orais, sendo que há uma tendência a superestimar os riscos. Orientação e educação são necessárias para ajudar as mulheres a ficarem bem informadas a respeito de decisões de cuidados com a saúde e aderência aos tratamentos.

Confira como proceder no uso da pílula em caso de esquecimento, conforme o seu tipo de contraceptivo (21 ou 24 comprimidos), na sessão esqueci de tomar a pílula.

CONVIVENDO

Apesar de muitas mulheres conhecerem a pílula anticoncepcional, ainda há a falta de informações corretas sobre esse método contraceptivo. Confira abaixo as principais dúvidas sobre a pílula.

Qual a melhor pílula para mim?
Existem diversos tipos de pílulas porque existem diversos tipos de mulheres. Somente seu médico poderá identificar a pílula mais indicada para você.

Quando iniciar uma cartela de pílula pela primeira vez?
Na maioria das pílulas disponíveis no mercado com 21 drágeas/comprimidos, a maneira correta é iniciar com a primeira pílula no primeiro dia da menstruação. Tomar uma pílula por dia durante 21 dias, fazer uma pausa de 7 dias sem tomar e recomeçar. Durante essa pausa é que a menstruação vem. Outras pílulas podem ter forma de tomadas diferentes, por isso é necessário consultar o médico. No caso da pílula sem estrogênio, deve-se iniciar a tomada no primeiro dia da menstruação e tomar sem interrupção.

A partir de que dia a pílula começa a fazer efeito?
Se tomada corretamente, a pílula fará efeito a partir do primeiro dia em que se tomou.

Na pausa entre uma cartela e outra posso ter relações sem medo de engravidar?
Sim, nos dias de pausa das pílulas elas continuam a funcionar, ou seja, há proteção efetiva contra a gravidez.

E se eu esquecer de tomar um dia?
A pílula deve ser tomada diariamente no mesmo horário aproximado. Isso quer dizer que se eu tomar à noite, devo continuar tomando à noite. Se esquecer e lembrar de tomar dentro de 12 horas, a pílula continuará funcionando. Se esquecer por mais de doze horas verifique as instruções com seu médico ou na bula do produto. Tome a pílula que esqueceu logo que lembrar, e a pílula do dia no seu horário habitual. Verifique sempre na bula do produto e com seu médico informações detalhadas e específicas sobre o tipo de pílula que você está tomando.

Quero atrasar ou adiantar minha menstruação; posso continuar a tomar a pílula sem parada?
Não deve. A pílula foi projetada para ser tomada 21 dias. Se continuar tomando poderá ter uma menstruação fora de época, mesmo tomando. Nesses casos é conveniente que você consulte seu médico para ele lhe oferecer uma maneira mais segura de não menstruar e continuar evitando a gravidez.

É verdade que é necessário parar a pílula de tempos em tempos para o organismo descansar?
Não. Estudos recentes e a recomendação da Organização Mundial de Saúde indicam que a pílula não deve ser parada para descanso.

E se eu não for tiver relações por um grande período?
Mesmo assim é preferível continuar tomando.

É verdade que a pílula engorda?
Não. Na maioria das mulheres a pílula não aumenta o peso, nem dá celulite ou estrias.

Qual pílula engorda mais ou tem mais efeitos colaterais?
Existem diversos tipos de pílulas porque existem diversos tipos de mulheres. Somente seu médico poderá identificar a pílula que mais se aproxima de você e que tenha menos efeitos colaterais.

Pílula faz mal?
Pílula anticoncepcional é um dos medicamentos mais usados (e mais estudados) no mundo todo. Seus efeitos colaterais são mínimos comparados ao benefício de evitar uma gravidez indesejada ou não planejada. Além do mais, a pílula protege mulheres de infecções genitais, câncer de ovário e alguns tipos de câncer de útero.

Pílula serve para tratar doenças ou só é para evitar gravidez?
A pílula tem sido usada com sucesso no tratamento da síndrome dos ovários policísticos e no tratamento conservador da endometriose. Também é muito utilizada no tratamento da acne (espinhas), hirsutismo (aumento de pelos), cólicas e distúrbios da menstruação, tais como tensão pré-menstrual e cólica menstrual.

Hormônios biodênticos estão presentes no dia a dia da mulher

Ao contrário dos homens, que só tomam hormônio em casos excepcionais – para tratar alguma doença ou distúrbio –, as mulheres convivem diariamente com esse tipo de medicamento. Mesmo versões modernas dessas substâncias, como os hormônios bioidênticos (cuja estrutura é igual à dos produzidos pelo organismo), estão presentes em produtos voltados para o público feminino, inclusive algumas formulações de anticoncepcionais.

Os estrogênios e os progestagênios, em conjunto, ajudam a regular o ciclo menstrual. Baixos níveis desse hormônio podem resultar em problemas de pele, insônia e falta de desejo sexual. Em sua forma bioidêntica, quando combinada em pílulas com a progesterona, formam um contraceptivo muito eficiente.

Segundo alguns especialistas o uso do estradiol bioidêntico em um contraceptivo (um dos estrógenos presentes no corpo feminino) destaca-se por ser uma substância que o organismo feminino já está acostumado, o que melhora sua atuação e diminui os impactos no metabolismo. É uma forma de mesclar a segurança necessária a um anticoncepcional com um equilíbrio hormonal mais natural.

Conheça alguns usos dos hormônios biodênticos

Como têm várias finalidades, os hormônios bioidênticos – aqueles cuja estrutura química e molecular é igual à dos gerados pelo organismo humano – costumam ser usados por mulheres de perfis diversos: diferentes idades, passando por tratamentos diferentes.

Inicialmente, os produtos com bioidênticos só estavam disponíveis na forma de injeções ou adesivos cutâneos, mas recentemente foram lançadas pílulas com esse tipo de fórmula.

Segundo o ginecologista Dr. Marco Aurelio Pinho de Oliveira, chefe da ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e responsável pelo ambulatório de endometriose do Hospital Universitário Pedro Ernesto, um dos casos em que se usam essas substâncias são o que, em linguagem médica, chama-se anovulação crônica ou síndrome dos ovários policísticos (a mulher não ovula ou ovula com pouca frequência).

“Por conta da anovulação, existe excesso de estrogênio e menor quantidade de progestagênio, causando ciclos menstruais com intervalo longo e fluxo menstrual aumentado [hemorragia]. O estrogênio em excesso, aumenta o crescimento da camada interna do útero (o endométrio) e pode causar ciclos menstruais mais intensos e prolongados”, explica. “Assim, a mulher fica meses sem menstruar – e, quando menstrua, vem muito sangue.” O uso da progesterona, que não é produzida adequadamente nos casos de anovulação, é uma opção, porque corrige em parte o desequilíbrio hormonal causado pela síndrome. Neste caso, pode ser usado um hormônio bioidêntico ao da progesterona.

A mesma substância pode ser complementada em outros quadros, ligados a estilos de vida que afetam o ritmo da ovulação e prejudicam a produção de progesterona. “As atletas de alta performance podem ter um bloqueio do estrogênio pelo excesso de exercícios. Com isso, a mulher para de menstruar. A anorexia nervosa também leva à depressão dos hormônios e altera o ritmo da ovulação”, explica Oliveira. Já nos casos de sobrepeso, e/ou obesidade, que, por causarem anovulação por aumento da resistência a insulina, há muito estrogênio, e pouca progesterona. Em ambas as situações citadas, uma pílula anticoncepcional com estradiol bioidêntico combinada a um progestagênio sintético, além de regular a menstruação, servirá como método contraceptivo.

Além de produzir os mesmos efeitos contraceptivos que os anticoncepcionais feitos com hormônios sintéticos, os produtos com substâncias bioidênticas também têmpropriedades terapêuticas semelhantes às destes e causam menos efeitos colaterais.



Espero que tenham gostado do tema de hoje, e o tema de sexta que vem, vou deixar pra vocês escolherem, eai o que você gostaria que falássemos na próxima sexta? Beijocasssss e fiquem com Deus.


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Viver é Aprender Cada dia Mais

A Gabi esta dodói alias todos menos a mamãe, e recordei da
época da Isa de um xarope caseiro que eu dava para aliviar a tosse e lá fomos a
feira comprar um abacaxi maduro e lendo na net descobrir que ele é bom para
bronquite.

 photo xarope-gripe-resfriado_zps40099bef.jpeg 
E vamos a receita
*1 abacaxi descascado, maduro cortadinho
*1 xícara (chá) de mel
* 12 xícara de chá de água filtrada

Junte tudo e leve ao fogo até ferver. Depois que ferver
deixe no fogo baixo por 10  minutos.Deixe
esfriar, Coe e coloque em um frasco de vidro esterilizado.
04 colheres de sopa por fica a dica.

Como não usei o abacaxi todo fiz o suco mais fiquei com
receio de dar a Gabi por ser pequena então fui pesquisa e olhem o que encontrei

Os
sucos são boas fontes de fibras alimentares, principalmente se não forem coados
ou peneirados. A utilização integral dos componentes das frutas pode garantir o
acesso a minerais, vitaminas e fibras, vitais para o desenvolvimento saudável
do seu filho. “Além de perderem vários nutrientes, os sucos
industrializados são ricos em calorias e contêm conservantes e corantes, que
podem causar alergias, gastrite e até conter substâncias cancerígenas”,
alerta a pediatra e autora do livro Adolescentes – Manual para pais,
professores e alunos, Márcia Rodrigues.

ainda a opção de preparar sucos naturais que misturam frutas com legumes ou
verduras. Eles são responsáveis pelo aumento das defesas do organismo. Outra
medida importante é a ingestão de sucos 30 minutos antes das refeições. Essa
prática ajuda na absorção dos nutrientes. Além disso, é importante que os sucos
naturais sejam consumidos em, no máximo, 30 minutos depois de serem preparados,
para que não percam suas propriedades nutritivas. Confira os benefícios de
alguns sucos de frutas:
Mamãe, o que você está esperando!
 Sucos
Fruta
Benefício
Laranja
Fortalece as defesas naturais do corpo por ser rica em vitamina C. Seu
sumo é de fácil digestão, ajuda a combater resfriados, gripes, febres e
possui efeito anti-hemorrágico.
Maçã
Auxilia na tonificação do organismo. Contém substâncias que protegem o
fígado e ajudam a digestão.
Abacaxi
Indicado por ser digestivo, além de diurético e antitérmico. Também
acalma a garganta e cura laringites.
Mamão
Estimula e tonifica o organismo. É particularmente bom para a digestão
e contém substâncias antibactericidas, capazes de evitar infecções
intestinais causadas por parasitas, além de proteger as mucosas dos
intestinos.
Manga
Tem grande teor de betacaroteno, o que lhe confere propriedades
antioxidantes. É um ótimo regenerador do sangue.
Morango
Indicado em casos de diarreia, ajuda na digestão, baixa a febre e
estimula todas as funções do metabolismo. Tem propriedades adstringentes e
diuréticas.
Maracujá
Tem propriedades antissépticas e reforça o sistema imunológico,
estimula a digestão e ainda é utilizado como calmante.
Acerola
Combate a debilidade e fadiga do organismo, a perda do apetite, e
também as gripes e afecções pulmonares.
Açaí
Considerado um antioxidante natural, facilita a eliminação de radicais
livres, devido ao seu alto teor de vitaminas E e C.
Melão e melancia
Têm propriedades diuréticas, auxiliando no funcionamento dos rins.
Espero ter ajudado
lindo Dia bjs

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