Resultados para: amamentação

A candidíase na gravidez é muito comum, já que nesta fase o pH vaginal fica alterado, facilitando a contaminação por fungos como o da candidíase.

A resposta é simples e vai deixá-la aliviada se estiver grávida e com candidíase. Não! A candidíase na mãe não prejudica o bebê, pois a infecção é localizada na área vaginal da mulher.

No entanto, se você tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal em caso de parto normal.

Se estiver com sintomas de candidíase ou outra vaginite não deixe de avisar o médico para tratar antes de o parto acontecer.

No entanto, se na hora do parto você ainda tiver o problema, AVISE o obstetra (o médico que estiver fazendo o parto), isso poderá evitar que o recém-nascido entre em contato com a infecção.

E qual o problema da infecção por candidíase no bebê recém-nascido?

Esta infecção pode provocar feridinhas brancas na boca do bebê (o famoso sapinho). O problema ainda pode ser transmitido para os seios da mãe por causa da amamentação. 


Dicas Saúde da Mulher
Evite alimentos muito ácidos (limão e outras frutas cítricas e vinagre) quando estiver com sintomas de candidíase, pois eles podem causar sintomas parecidos aos da infecção. 
Se você está grávida e com candidíase saiba que a infecção por cândida não é grave e pode ser tratada facilmente.

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Novo produto para as gestantes traz uma combinação de óleos naturais que proporciona mais elasticidade à pele
A Mustela®, marca de dermocosméticos do laboratório francês Expanscience, apresenta no mercado brasileiro mais uma novidade para cuidados com a pele das mulheres grávidas: o Óleo de Cuidados Antiestrias, que combina óleos preciosos e naturais que nutrem a pele, melhorando a elasticidade cutânea.
Este lançamento da Mustela® amplia a linha 9 Meses da marca, que traz produtos desenvolvidos para acompanhar a evolução da pele ao longo da gravidez e também no pós-parto. São itens com ativos que agem contra os tradicionais efeitos da distensão dos tecidos, hidratam e aumentam a elasticidade da pele prevenindo a aparição de estrias.
Com textura leve e rápida absorção, o Óleo de Cuidados Antiestrias possui formulação exclusiva, com uma associação de ativos patenteados de origem natural e específicos para o cuidado com as estrias.  Entre os ingredientes, destaque para os óleos de abacate, semente de romã, baobá e o tradicional óleo de rosa mosqueta que, combinados, hidratam e mantém a firmeza da pele além de deixar um delicioso perfume suave e floral.
O Óleo de Cuidados Antiestrias é enriquecido, ainda, com o Elastrorregulador e o Lupeol, que estimulam a produção de elastina em mais de 34% e multiplicam por até 4 vezes a produção de colágeno.  Com o produto, as futuras mamães reforçam a elasticidade da pele, evitando o relaxamento e, consequentemente, o aparecimento de estrias.
A novidade, assim como os outros produtos da linha 9 Meses da Mustela®, oferece elevada tolerância hipoalergênica e proporciona segurança para a mamãe e também o bebê, inclusive no período de amamentação.  Com base em ingredientes naturais, é livre de parabenos, fenoxietanol e outros conservantes de risco. 
O Óleo de Cuidados Antiestrias, versão de 105ml, chega à consumidora final com preço sugerido de R$ 85,00.
Sobre a Expanscience
Criado em 1950, Expanscience é uma companhia farmacêutica que atua em cinco áreas de negócios, sendo dermocosmética, reumatologia, dermatologia, dentária, e preparação de ativos cosméticos. Sua sede está localizada em Paris, na França e a companhia conta com cerca de 900 colaboradores no mundo. Com presença em mais de 80 países e 12 filiais, a Expanscience iniciou sua operação no Brasil em janeiro de 2013 com a comercialização de produtos Mustela, marca líder em países da Europa no segmento de dermocosmético para bebês e mamães. 
SAC: (11) 33314640

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Saúde da Mulher por Daiane Souza

PROBLEMAS SEXUAIS FEMININOS


Durante a vida sexual é possível que a mulher apresente alguns problemas em relação ao exercício de sua sexualidade. A maioria das disfunções sexuais femininas pode ser tratada.


Os problemas mais comuns são:


Falta de desejo sexual;
Incapacidade em obter orgasmo – anorgasmia;
Dor durante a relação sexual – dispareunia;
Incapacidade em ter penetração vaginal – vaginismo.
A falta de desejo sexual feminino, também chamada da perda de libido, é o problema mais frequente e acomete entre 15% e 35% das mulheres. As causas são as mais diversas, como alterações hormonais (pelo uso de anticoncepcional), parto, amamentação, menopausa, disfunções hormonais e antidepressivos. É possível ainda estar relacionada ao cotidiano e ao estresse, além da dinâmica do relacionamento. Muitos casais acham que esse sintoma é falta de amor, quando na verdade o bem-estar dos parceiros no dia a dia da relação é determinante para a sintonia do casal. Mudanças na rotina podem afetar a comunicação entre os parceiros, gerando o distanciamento entre eles e incidindo em sua vida sexual.


Anorgasmia: a incapacidade em obter orgasmo é um problema muito comum nas mulheres. Mulheres que têm orgasmo por meio da masturbação não podem ser consideradas como portadoras dessa deficiência.


Do ponto de vista biológico, o orgasmo feminino é bem definido, existindo até imagens de ressonância nuclear magnética de uma mulher durante o orgasmo. Talvez a causa mais comum da dificuldade de atingir o orgasmo entre as mulheres seja o desconhecimento da anatomia feminina, além de se buscar uma dinâmica sexual confortável para elas, o que não é incomum. A sexualidade feminina foi tabu durante boa parte da história, e apenas muito recentemente tem havido maior abertura para que as mulheres sejam também sujeitos de desejo.


Expectativas irrealistas e a clara falta de comunicação entre os parceiros certamente contribuem para esse problema. A influência da pornografia no aprendizado sexual é também uma questão importante, ao tornar um universo fantasioso e muitas vezes irrealista como referência para homens e mulheres.


Dor durante a relação sexual ou dispareunia: é quando a mulher sente dor no ato sexual. A causa dessa disfunção pode ser corrimento, infecção vaginal, menopausa e distúrbios hormonais. Também pode estar relacionada à falta de desejo sexual, além da adoção de um ritmo inadequado para a relação sexual. A excitação é um elemento importantíssimo para a lubrificação vaginal, que permitirá uma relação prazerosa e sem dor.


Vaginismo: é a incapacidade de haver penetração sexual prazerosa para a mulher, com a contração involuntária dos músculos próximos à vagina. Caracteriza-se por um ciclo que envolve ansiedade, tensão e dor, sucessivamente. É importante não tentar mais a penetração e fazer uma consulta ao ginecologista, para avaliar as causas e tratamentos. A terapia em conjunto do casal pode trazer gradativo aumento da intimidade sexual, com enormes chances de cura.


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Oi Meninas Lindas

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(Imagem retirada no Google)

Boa noite meninas lindas, como estão todas?? eu já sabem quando dou uma sumida básica como essa é por que algo aconteceu estou com dores na mama por causa do leite e com dores nas costa por causa do peso do peito isso mesmo
até tive febre duas vezes já então vamos aos sintomas e oque fazer para aliviar as dores o que tá acontecendo comigo que é normal.
1- endurecimento da mama(ingurgitamento)
2-pequenos nódulos
3-Volume doloroso e avermelhado na mama
Soluções :
Uso de massagem leves na mama
água morna com pano nas mamas para aliviar
Uso do ibuprofeno para dor e inflamação

Estou fazendo água morna todos os dias
o uso do remédio só ontem hoje evitei

Fora isso a Bibi ontem mal dormiu, hoje tomei chá de camomila para ir para o leite por que ela não quer beber rs
Então meninas a mamys aqui não tá bem rs
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Parabenizando as novas mamãe ou melhor que receberam seus babys
a amiga Re, Marina, Gaby

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