Bootstrap Slider

Essa mãe solo me surpreendeu, com essa história.

Infelizmente o abandono dos filhos é uma realidade no Brasil e no mundo. E para dribla essa realidade nos Estados Unidos, uma mãe solo (mãe solteira), como muitas que cuidam de seus filhos sozinhas, trabalham e cuidam dos seus lares  Whitney Kittrell, fez um desabado em seu perfil do Facebook aonde conta o que fez para acompanhar seu filho na escola para a festa do dia dos pais.

Em seu relato ela revela que pintou uma barba no seu rosto Whitney Kittrell fala sobre como se sentiu triste quando seu filho chegou em casa com um bilhete informando que haveria no jardim da infância um café da manhã com o  tema do dia do Pais.

MÃE SOLO

Mãe solo com seu filho em festinha do dia dos pais

Esse desabafo já teve mais de 111 mil compartilhamento

Mãe solo em conversa com o filho

“Eu finalmente sentei e perguntei se ele queria pedir ao avô para ir. Ele apenas sorriu e disse ‘não, eu quero que você vá, você é minha mãe e meu pai’. Então, esta manhã, eu me vesti com meu melhor traje de papai, pintei em alguns pelos faciais, e fui para o café da manhã com meu doce filho”, escreveu ela.

Texto traduzido na integra

Quando me tornei mãe solo mais de 3 anos atrás eu fiz uma promessa comigo mesmo que eu faria qualquer coisa que eu podia, mesmo que isso significasse sair da minha zona de conforto, dar aos meus filhos uma vida “normal” e as mesmas experiências Como as outras crianças. Nós realizamos um monte. Viagens sozinho, ensinando meu filho a jogar bola, matando insetos com o mínimo de gritos, inúmeras lembranças, e uma vida normal. Mas quando o meu retardado chegou em casa com um papel dizendo que eles estavam tendo “Papais e donuts” o meu coração meio que afundou. Eu finalmente sentei-o e perguntou se ele queria pedir seu avô para ir. Ele só sorriu e disse que não. Eu quero que você vá. Você é a minha mãe e o pai “. portanto, esta manhã, reuni a minha melhor roupa, pai pintou sobre alguns pêlos faciais, e fui para o café da manhã com meu querido filho. Eu estava tão envergonhada mas não pude deixar de sorrir, quando ele me apresentou a seus amiguinhos dizendo ” esta é a minha mãe… Ela é o meu pai também então eu trouxe ela!” eu tentei o meu melhor para que eles saibam que eles É amado mas eu me pergunto muito se na verdade estou a conseguir. Quando eu fui deixar ele correu atrás de mim e me abraçou apertado no meu pescoço e sussurrou: “Mãe… Eu sei que você vai sempre estar lá e fazer alguma coisa por mim. Obrigado. Eu te amo” beijou minha bochecha e fugiu . Eu espero que ele se lembra deste dia, porque eu nunca vou esquecer ou suas doces palavras. #Singlemom #dadsanddoughnuts #myforever

Edit: tenho pessoas a perguntar se eles podem partilhar isto. Você é mais que bem vinda. Obrigado por todas as tuas palavras amáveis

fonte https://www.facebook.com/whitney.k.garcia/posts/10155138450071042

Comentários
0
Compartilhe este post
Pin It

As vacinas de ambas são seguras e protegem a saúde do bebê e criança, contudo há benefícios na rede privada

Apesar de ambas terem ótima qualidade e garantirem a proteção do seu bebê, algumas vacinas oferecidas na rede pública são diferentes daquelas existentes na rede privada. Saiba quais são essas diferenças e entenda como isso afeta a saúde do seu filho.

AS VACINAS

Algumas vacinas

As vacinas Tríplice bacteriana DTPa e tríplice bacteriana DTPW

As vacinas tríplices bacterianas protegem o bebê contra difteria, coqueluche e tétano. Na rede pública está disponível a DTPw que é feita a partir de células inteiras da bactéria. Já na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras, mas sim com proteínas. “Ela é uma vacina mais purificada, só contém o que realmente é necessário para proteger o ser humano e por isso as chances de ocorrerem eventos adversos são menos frequentes e intensas”, explica a pediatra Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). É importante ressaltar que na vacina DTPw, fornecida na rede pública, as chances de ocorrerem eventos adversos já são muito baixas.

Caso seu bebê tenha tomada uma dose da DTPw, que é oferecida na rede pública, e tenha apresentado febre alta por um tempo prolongado e outras reações adversas é recomendado passar a oferecer a DTPa. “Quem começou com uma pode completar o esquema com a mesma ou com a outra (são cinco doses em 2, 4, 6, 15 meses e 4 a 6 anos). Mas a proteção oferecida pelas duas vacinas é adequada contra a difteria, tétano e coqueluche, desde que seguindo os esquemas vacinais propostos”, explica o pediatra Yechiel Moisés Chencinski, membro do departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Vacina Haemophilus influenzae tipo b e seus reforços

Haemophiluis influenzae tipo B é uma bactéria que pode causar uma série de doenças infecciosas com complicações graves, como: pneumonia, dor de ouvido, inflamação na epiglote, meningite, inflamação nas articulações, entre outros.

A vacina contra esta bactéria está disponível tanto na rede pública quanto na privada, com a diferença de que na rede privada há uma dose a mais. “O esquema padrão inicial dessa vacina é de 4 doses, que seriam 3 mais o reforço. Contudo, quando o Ministério da Saúde adotou essa vacina, a imunização em massa permitiu reduzir a circulação da bactéria e quando ela é praticamente eliminada, três doses são o suficiente. Dar a quarta dose é mais um cuidado extremo do que uma necessidade”, diz Isabella Ballalai.

Vacina rotavirus monovalente e vacina rotavirus pentavalente

A vacina de rotavírus é uma vacina de vírus vivo, oral. Ela pode ser monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em duas doses. A vacina rotavirus monovalente é oferecida na rede pública.

A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada. Ela oferece imunidade contra 5 sorotipos diferente de rotavírus e é feita na clínica em três doses. Bebês que iniciam a vacinação com uma determinada vacina devem idealmente terminar o esquema vacinal com o mesmo produto. “Mas, na falta do mesmo produto, a vacinação não deve ser interrompida e a vacina que estiver disponível deverá ser administrada. Caso uma das doses tenha sido da vacina pentavalente, o total de três doses deverá ser realizado. E é importante ter atenção aos intervalos e datas limite para a aplicação dessas vacinas”, diz Yechiel Moisés Chencinski. Assim, a vacina pentavalente oferece uma proteção mais ampla.

As vacinas pneumocócica conjugada 10 e pneumocócica conjugada 13

As vacinas pneumocócicas conjugadas protegem as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e otite média aguda. A vacina pneumocócica conjugada (VPC 10), que está presente na rede pública, protege contra 10 subtipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada (VPC 13) irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos. “Os principais pneumococos estão presentes na VPC10, mas a VPC13 irá proteger contra mais três subtipos, fazendo com que ela seja uma opção interessante”, constata Isabella Ballalai.

A VPC 13conta com 3 doses dadas aos 2, 4 e 6 meses e um reforço de 12 a 15 meses. “Se começar o esquema no posto de saúde, pode-se aplicar inicialmente a VPC10 (2 doses) e completar a 3ª dose e o reforço com a VPC13. Crianças com esquema completo de VPC10 podem se beneficiar com uma dose adicional de VPC13 com o objetivo de ampliar a proteção em crianças de até 5 anos, respeitando o intervalo mínimo de dois meses da última dose”, explica Yechiel Moisés Chencinski.

Vacina influenza

Na rede pública a vacina influenza, que protege contra a gripe, só é oferecida até os 5 anos de idade. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda que todos sejam vacinados anualmente contra a influenza, independente da idade. “No Brasil não conseguimos doses para toda a população, por isso é preciso ter prioridades, como as crianças até 5 anos de idade”, explica Isabella Ballalai. Contudo, na rede privada é possível tomar esta vacina, sem pertencer aos grupos de risco.

As Vacinas Meningocócica conjugada C e Meningocócica conjugada ACWY

A vacina meningocócica conjugada C está presente na rede pública, enquanto a versão ACWY só pode ser encontrada na rede privada. Ambas previnem meningites. “Com a diferença que meningocócica conjugada C protege apenas contra o tipo C e a versão ACWY protege contra esses quatro tipos. O C é o responsável por 70% das meningocócicas do país, contudo o tipo W vem aumentando bastante sua participação, e já é a causa de 20% dos casos de meningocócicas no sul do Brasil”, alerta Isabella Ballalai. Por isso, a meningocócica conjugada ACWY é uma boa alternativa.

Vacina contra o HPV

A rede pública já oferece a vacina contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. “O problema é que o benefício não se estende aos meninos e a Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que eles também tomem esta vacina, seguindo o mesmo esquema de doses e idade”, explica Isabella Ballalai. Na rede privada os meninos podem tomar a vacina contra o HPV.

Vacina contra a hepatite A

A rede pública vacina as crianças contra a hepatite A com um ano de idade. “Contudo a rede privada segue a recomendação da SBIm e seis meses após esta primeira dose, aplica uma segunda”, observa Isabella Ballalai. Uma única dose desta vacina garante proteção até os 10 anos, mas não há certeza quanto a vida adulta. A segunda dose irá garantir a imunidade contra a hepatite A também na vida adulta.

Vacina varicela

A vacina varicela irá proteger as crianças contra a catapora. Contudo, a rede pública oferece apenas uma dose dela. “Isto não é o suficiente para prevenir a doença, apenas para evitar que a pessoa contraia versões mais graves dela. Na rede privada são oferecidas duas doses, sendo que a segunda irá de fato proteger contra a doença”, explica Isabella Ballalai.

Fonte: https://goo.gl/yv2xA9

Comentários
1
Compartilhe este post
Pin It

O hospital Coastal Carolina, na cidade de Hardeeville, na Carolina do Sul (EUA) foi local de uma coincidência bastante inusitada. Nos dias 19 e 20 de março nasceram dois bebês em quartos vizinhos e os pais nomearam os bebês com nomes bastante relacionados: Romeu e Julieta.

Algo que provavelmente nem mesmo o famoso escritor William Shakespere, autor do romance Romeu e Julieta, poderia ter previsto.

ROMEU E JULIETA

Nascem bebês chamados Romeu e Julieta

As coincidências entre Romeu Hernandez e Julieta Shifflett não param por aí: os dois ainda foram entregues pelo mesmo médico e ambos deveriam nascer no dia 26 de março, mas vieram antes.

Os pais não se conheciam e não sabiam dos nomes escolhidos para os bebês um do outro, mas acabaram se encontrando por causa de uma fotógrafa.

Cassie Clayshulte tira fotos de recém-nascidos no hospital e, após registrar imagens dos dois bebês, relatou a coincidência aos pais. Ela então tirou fotos dos dois bebês juntos, que foram publicadas em seu Facebook junto a história dos bebês – o post viralizou.

De acordo com a publicação, Morgan e Edwin Hernandez deram as boas-vindas ao filho Romeo às 14h06 do domingo. Exatamente 18 horas e oito minutos depois, os vizinhos de quarto Christina e Allan Shifflett receberam a filha Juliet.

Mas nenhum dos pais escolheu o nome por causa da história de William Shakespeare. Em entrevista a CBS News, Morgan Hernandez disse: “Nós escolhemos o nome por causa do cantor Romeo Santos, que eu e meu marido amamos”.

Já os Shifflets disseram que a ideia do nome veio após assistirem a uma série televisiva: “Nós queríamos um nome com ‘J’ para combinar com o nome de nosso filho Jonas. Nós escolhemos Juliet porque estávamos assistindo ao programa Psych  e o nome de uma das personagens é Jules”.

Durante as entrevistas que deram juntos, os pais dos dois bebês já até fizeram brincadeiras sobre um casamento arranjado para os filhos e também planejaram uma festa de aniversário com temática inspirada na história de Shakespeare.

Fonte: https://goo.gl/es1NcN 

Comentários
0
Compartilhe este post
Pin It

Olá grávidas e mamães hoje trago um assunto bem legal são os exercícios que ajudam a aliviar dores na gravidez, confesso que tive muitas dores e não sabia o que fazer.

DORES NA GRAVIDEZ

Dores na Gravidez – Exercícios para Aliviar

A gravidez é um momento único e bem aguardado por muitas mulheres, porém nem tudo ocorre na perfeição, com tantas alterações hormonais e físicas é normal sentir algumas dores musculares.

Tem  alguns exercícios que podem ajudam a diminui este tipo de dores, no entanto, apesar de serem apropriadas para as grávidas só os deve fazer mediante consentimento médico.

Por causa do aumento de peso, dores no pescoço, nas pernas, nas costas ou na zona pélvica acontecem ao longo da gravidez, algumas grávidas conseguem manter a vida normal com estas dores, mas algumas mulheres sentem dificuldades em manter as suas atividades  do dia a dia.

Dicas de exercícios que ajudam a aliviar dores na gravidez.

1 Ponte

Deite-se de costas.

Dobre ambos os joelhos com os pés planos.

Aperte bem o bumbum e  levante.

Mantenha a posição por três segundos, repita 15 vezes.

2 Postura

Vai precisar de uma bola.

Coloque-se de pé, de costas para a parede.

Coloque a bolinha por cima da zona onde começa a coluna.

Com cuidado deslize o corpo para cima e para baixo.

3 Zona Lombar

De pé alinhe os ombros com os pés, que devem ficar ligeiramente abertos.

Role os ombros para trás e levante sua caixa torácica.

Contraia os músculos abdominais e posicione os quadris.

Dobre um pouco os joelhos e tente manter a posição 5 segundos.

Repita 10 vezes.

4

Coloque em posição de 4, em 4 apoios bem assentes no chão.

Mantenha os cotovelos levemente flexionados e costas planas.

Contraia os músculos abdominais e faça movimentos circulares com sua pélvis. Mantenha a posição por 5 segundos. Repita 15 vezes.

5 Quadris

Vai precisar de um peso ou de uma bola.

Coloque-se de pé com os pés um pouco distanciados, o pé direito na frente do esquerdo.

Peque num peso ou numa bola cada mão, os braços devem ficar estendidos para os lados.

Cruze os braços à sua frente, aguente 3 segundos e volte à posição inicial. Repita 10 vezes.

6 Pés

Os pés são a parte do corpo que mais aguenta o aumento do peso da gravidez e é normal que fiquem cansados e inchados.

Descalce-se e coloque uma bola debaixo dos pés.

Rode a bolinha massajando os pés.

Repita com o outro pé.


Comentários
0
Compartilhe este post
Pin It