Quando a Isa tinha 4 anos, recordo que ela conversava sozinha, brincava sozinha  também quando eu não podia, e descobrir que ela tinha um amigo imaginário que tinha até nome, o que me incomodou muito pois, comecei a me preocupar com aquilo, sabia que era um assunto comum entre lares pelo mundo, mas eu estava extremamente preocupada com a situação. 

Ter uma amigo imaginário é muito comum numa idade razoável entre 03 a 08 anos de idade, mas em minhas preocupações comecei a observa-la e vi que era saudável e até divertido, pois notei  que ela aprendia a lhe dar com algumas situações que ocorrem na vida, como uma boa mãe meu papel era vê até onde isso ia, e analisando vi que ela sabia que o amigo era imaginário, foi então que relaxei um pouco. Só temos que tomar cuidado para não se apropriar dele.Por mais tentador que possa parecer,não diga coisas como: “Vá buscar seu amigo para dormir” ou “Ele vai fica bravo se você não comer toda a comida.”

Um amigo imaginário fazia ela buscar, resolver conflitos normais de criança, imaginando nele como queria que as coisas fossem, expressando assim seus sentimentos através da sua capacidade de brincar e imaginar, apresentando nessa brincadeira situações pelas quais ela estar passando, apenas por ainda não ter recursos para tal questão, os adultos também de uma certa maneira fazem isso imaginando em sua mente a uma maneira diferente para resolvem a situação amenizando o sofrimento da questão. 


Um amigo imaginário pode sim resolver algumas coisas, mais os pais tem que ficar ligados, pois por mais que um amigo imaginário possa ser um bom recurso ele jamais poderá substituir uma relação da criança com os demais, caso isso ocorra é bom procurar ajuda para essa situação. 
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Quando os filho  são pequenos eles usam o corpo para expressar o que estão sentindo. Mas isso não quer dizer que ele possa machucar os outros. Independente  que você seja uma mãe calma, ou um pai bonzinho, que normalmente deixa outros tipos de mau comportamento passarem em branco, bater em você tem de ser absolutamente proibido e o ato de disciplina é exigido.  

 Porém isso não significa que você deva bater de volta pois essa atitude só ensinaria a ele que a agressão é algo aceitável, e faria do ato de bater uma referência para a vida dele pois toda vez que ele fosse contrariado, ele iria bater pois é o que você estaria ensinando. Em vez disso, temos que usar a disciplina, segure as mãos dele e diga que você sabe que ele está bravo, mas que não se bate nas pessoas, porque machuca, magoa. Se você perceber que ele vai bater em você, segure-o antes e diga “não” com firmeza.  
Lembro-me que estava numa festa de aniversário e a Isa ainda pequena com 1 aninho me deu um tapão no rosto na frente de todos, fiquei muito brava, levei ela até um lugar mais sossegado conversei com ela  e disse bem seria nunca mais faça isso, sempre a corrigia porém nem por isso evitei de levar um tapa no rosto da minha filha de 1 ano. 

 Opinião do especialistas: Eles sugerem que os pais deixem o filho extravasar a raiva batendo em alguma coisa que não machuque, como uma almofada como forma também de disciplina. Mas é preciso tomar cuidado, porque a criança pode achar que bater numa pessoa, assim como ela faz com a almofada, é uma alternativa válida.  

O  importante é deixar  que seu filho perceba que não é a raiva dele que você desaprova, mas sim a forma como ele a demonstra, com violência. Não diga para ele não ficar bravo, ou para não mostrar que está nervoso. Diga que sabe que ele está zangado, mas mostre que é melhor ele falar, usar as palavras, para explicar o que o deixou tão irritado. E ajude-o a tentar resolver a situação com paciência, amor e disciplina.  

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O-desenvolvimento-da-criança-de-1-ano-e-4-meses

O desenvolvimento da criança de 1 ano e 4 meses, minha filha que estar  nessa fase  o que tem sido algo desafiador, pois  ela explora tudo o que vê, como já faz há alguns meses: observando tudo com  mais cuidado, pondo na boca, girando, jogando no chão. Mas agora ele vai começar a querer ir mais além, testando seus próprios limites físicos.   Minha filha já que sabe andar, e tenta caminhar carregando uma caixa pesada. É teimosa: muitas vezes não vai conseguir. Deixe-a fracassar, em vez de ajudá-la. Ela precisa aprender que certas coisas ainda não é capaz de fazer.   Ela empurrar uma cadeira até a estante, para subir e alcançar os objetos “proibidos” que ficam lá em cima, por isso, toda atenção é pouca, principalmente na cozinha, nessa idade, o perigo de intoxicação também é grande. Tirei produtos de limpeza e remédios da vista dela, mesmo em lugares altos, uma vez eu distraída na cozinha fazendo o almoço a Gabi veio até a pia que estava aberta e pegou o desinfetante rapidamente eu tomei das mãos dela, mais poderia acontecer algo, então o melhor é evitar. 
  A coordenação motora fina está cada vez melhor. A Gabi vira as páginas de revistas ou livros, e  da minha agenda sabe exatamente o que fazer se eu coloco um giz de cera na mão dela. Só não saberá onde fazer, por isso fico por perto para não acabar com as paredes e móveis rabiscados. Esse é um bom momento para experimentar pintura com os dedos. Usa guache ou fazer sua própria tinta, misturando corante para doces com farinha e um pouco de água. Grude o papel na mesa, com fita adesiva, para facilitar. Se puder fazer isso no quintal, melhor. Não se esqueça de tirar fotos da bagunça!   

O certo e ao errado 

Minha filha Gabi aprendeu rápido quais comportamentos lhe garantem atenção — e quais terminam em bronca. O impressionante é ver como ela sabe que certas coisas são erradas  Ela também imita as ações para demonstrar afeto. Se recebe beijos e abraços, provavelmente vai distribuí-los também.   A imitação é base para brincadeiras, por isso tudo o que imite a vida do dia-a-dia vai interessá-lo (telefones de brinquedo, panelinhas, carrinhos, bonecas).   Eu já estou ensinando a dizer as palavras mágicas “por favor”, “obrigado” e “com licença”. Não preciso obrigá-la a dizer toda vez, mas mostrar como as pessoas ficam felizes de vê-la ser tão educado.   


Chiliques  da minha filha
Se você acha que, por ser uma mãe calma, iria ter um filho comportado, certo? Errado, porque até a mais boazinha das crianças tem chiliques e acessos de fúria nesta idade. Você não tem como controlar o comportamento do seu filho a todo momento. Por um lado, são impulsos normais, mas por outro você vai precisar contê-lo.   Quando ela atira objetos ou até se atreve a me bater, é meu papel ajudá-la a se controlar e expressar o que está sentindo de um jeito mais adequado.  

Entendendo o que minha filha fala 


Com 1 ano e 4 meses,  a Gabi possui um vocabulário de cerca de sete palavras, mas isso pode variar bastante. O fato é que ela usa muito mais a comunicação não-verbal que a verbal, mesmo sendo bem falante.  

 Minha filha ama animais 


 Formiga, minhocas, cachorro, e mosquitos podem ser incrivelmente interessantes para uma criança desta idade. Panelas e talheres são outro sucesso no ranking de brincadeirasda minha filha. Sempre que vejo minha filha muito intrigada com alguma coisa, converso  com ela sobre aquilo.   “Cadê o totó ? como faz o totó “au au” ou “Olha a formiguinha ou a minhoquinha amiguinha de Gabi ?”. O incentivo à observação é excelente para desenvolver a capacidade sensorial da criança.   Você já conseguiu ler um livrinho inteiro para o seu filho? Algumas crianças são mais atentas que outras, mas com esta idade elas começam a ficar mais interessadas nas histórias em si. Um dos passatempos preferidos pode ser apontar as figuras e dizer o nome delas, mil vezes (pois as crianças amam repetições)  minha filha ama, rimos muito. Incentivo minha filha com entusiasmo e pergunto: “Mostre para a mamãe minha filha onde está a formiga”. Ela se diverte virando as páginas — talvez até fique muito bravo se você tentar ajudá-lo, num sinal de sua crescente independência.
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4-dicas-para-você-parar-de-gritar-seus-filhos

4 Dicas para você parar de gritar seus filhos, pode não ser fácil mais não é impossível Requer tempo dedicação e atenção para si própria e esqueça as frases “já tentei” “Não consigo” , reparei também que depois dessa lei da palmada, em “substituição” das palmadas, a maioria dos pais anda gritando com os filhos.

 Sim, eu também grito com os meus. Eu não gosto, mas grito. Por outro lado, tenho que reconhecer que grito muito menos hoje em dia.
 Um dia não recordo o que houve mais não tem justificativa para tal eu gritei minha filha Isa de tão nervosa que fiquei ela chorou e eu comecei a chorar junto a que ponto que eu me disse tenho que mudar já. Mas a lembrança daquele dia, para mim, é trágica. Eu não acho que  a minha filha tenha mudado nenhum dos comportamentos dela por causa dos meus gritos. A única coisa que ela aprendeu foi a ter medo de mim. Aonde o que sempre quis foi ser amiga.
 Os meus pais sempre gritaram comigo daquele jeito. Eles não tinham receio de me bater. Eu me achava uma pessoa melhor por não bater nas minhas filhas, mas tenho certeza de que gritar, assim como bater, é uma solução de curto prazo que, no fim das contas, provoca mais mal do que bem.
 Sabemos que não é de berros que as nossas famílias precisam. Bons pais sabem que precisam modelar o comportamento que desejam ver nos filhos. Apesar disso, nós ainda gritamos. Gritamos, em geral, porque ficamos desesperados, cansados, frustrados, irritados e não sabemos mais o que fazer.
 Para você parar de gritar seus filhos, você tem que reconhecer que gritar é ruim para a  família. Você percebe isso quando as crianças começam a gritar de volta. Esse não é o tipo de família com que você sonhou. Não é a família amorosa que você queria para os seus filhos.
 A pior gritaria é aquela que envolve insultos e xingamentos.(não foi meu caso) Existe até uma pesquisa que mostra que esse tipo de gritaria é mais prejudicial do que as próprias palmadas. A pesquisa aponta que os efeitos prejudiciais da gritaria não são atenuados nem sequer pelo grau de amor, apoio emocional e afeto entre pais e filhos. Nem pela força do vínculo pais-filhos. Em outras palavras, “gritar por amor” é uma coisa que simplesmente não existe.

4 Dicas para você parar de gritar seus filhos que me ajudaram 

1. Pensar antes de agir.

 crie uma lista de disciplina na mente, para quando a criança se comportar de modo inadequado, você estará pronto a disciplina sem levantar a voz

2. Reconheça que gritar é ruim.

 Momentos de raiva pode ser justificada, mas os gritos não, são. O que você faria no trabalho se estivesse com essa raiva? Espero que você não grite! Encontre outras formas de manifestar para os seus filhos que você está com muita raiva.  

3. Cuide melhor de si mesmo.

 Cansado? Com sono atrasado, com fome, deprimido, sobrecarregado, chateado? Reconheça as suas próprias necessidades e cuide de si mesmo. Gritar parece um mecanismo de defesa extremo, que nós usamos quando falha o resto dos mecanismos. Não se permita chegar a esse ponto. 

4. Peça desculpas.

 Se você perdeu a paciência e gritou, peça desculpas. Sim, peça desculpas, até mesmo para os seus filhos bem pequenos. Todos vocês vão se sentir melhor depois disso, pois somos pais e até os melhores erram, mas o importante é reconhecer que errou.
Aprendi fui mãe nova e sem muitas instruções a internet veio quando minha filha estava com 5 ou 6 anos e foi nela que aprendi varias coisas até mesmo como educar meus filhos, pois como relatei eu apanhava e sim recebia vários gritos, o que não queria pra minha família, nunca gritei a Gabi alias depois do nascimento dela nunca mas gritei assim já me exaustei, um pouco, não sou perfeita, mas quero ser a melhor mãe que posso ser, melhorando a cada dia.  


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