A história de um pai que foi buscar a filha na escola com as calças molhadas na região frontal, como se tivesse urinado, ganhou repercussão nas redes sociais. Ben Sowards, na verdade, simulou o “acidente” para que a pequena Valerie, de 6 anos, que tinha acabado de passar pelo problema na escola, não se sentisse mal.

PAI

Foto: @LucindaSowards

A menina aguardava, aos prantos, que a levassem para casa quando se deparou com o ato solidário e engraçado do pai. Ao chegar lá, ele logo pediu a mochila da filha emprestada para esconder seu suposto problema.

Irmã mais velha de Valerie, Lucinda Sowards publicou fotos do ocorrido, no Twitter, e já recebeu cerca de 250 mil likes.

“Minha irmãzinha teve um acidente hoje no jardim de infância e este foi o jeito que meu pai saiu para buscá-la para que ela não se sentisse triste ou envergonhada”, disse a jovem, na rede social.

Relato do PaiPaiQuando a filha de 6 anos de Ben Sowards, Valerie, fez xixi na calça na escola esta semana, o pai de Utah derramou água na frente de suas próprias calças e foi para a escola para animá-la.

“Eu entrei na escola … caminhei ao lado de Valerie, que estava sentada, olhando para o chão, e eu coloquei meu braço ao redor dela e eu disse: ‘Valerie, posso ter sua mochila? Eu preciso cobrir até este acidente “,” Soward recordou em uma entrevista em vídeo que ele compartilhou com HOJE. “E ela só olhou para mim com o olhar perfeito – apenas descrença – e nós começamos a rir.”

Não é o que você faz que importa e sim como você faz, que o exemplo desse pai se torne uma rotina na vida de muito, uma ótima lição e reflexão para nossas vidas como pais.

Espero que tenham gostado da matéria, deixem seus comentários falando o que achou da atitude desse pai.

Fonte: https://goo.gl/nMCvUi

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Sequestro: Ensinem seus filhos como se livrar

Dois meninos evitaram seu sequestro  com uma simples orientação da sua mãe que os pais devem conhecer.

Muitas vezes ensinamos para as crianças não falarem com estranho, e isso parece para nós algo que não irá dar erro. Mais com esse relato da mamãe Jodie Norton você irá mudar de ideia.

Saiba como esses meninos conseguiram se livrar de um sequestro

SEQUESTRO

Imagem: Instagram

 

Jodie precisou ir até um hospital devido fortes dores abdominais, teve que levar consigo seus dois filhos, as dores no entanto eram por conta do rompimento de um cisto em um dos seus ovários, e portanto ela precisou pedir a um amigo da família que viesse buscar os meninos, enquanto ela era atendida na emergência.

Os meninos ficaram na frente do hospital, pois o amigo deveria estar ali em 5 minutos. Mas enquanto Jodie era atendida, o vizinho se atrasou e os meninos precisaram esperar por cerca de 40 minutos. Enquanto aguardavam a chegada da sua carona, eles foram abordados por dois “estranhos” que pediram que eles os acompanhasse até o banheiro para ajuda-los a convencer um amigo deles a ir para o hospital.

Mas como estavam muito bem orientados, eles se recusaram a acompanhá-los mesmo depois de inúmeras tentativas, isso porque usaram um dos ensinamentos passados por sua mãe, e não foi simplesmente “não fale com estranhos” mas sobre “pessoas malandras”.

O ensinamento que evitou o sequestro

Jodie Norton havia ensinado a seus filhos que “Pessoas corretas não pedem ajuda para uma criança, se há adultos por perto, elas pedem ajuda para outros adultos. Já adultos ‘malandros’ pedem ajuda para crianças”.

Então, após os adultos insistirem algumas vezes para que os meninos fossem com eles até o banheiro, e os garotos se negarem insistentemente, os homens desistiram. Pouco tempo depois o vizinho chegou.

“Ainda fico de queixo caído toda vez que lembro do que aconteceu. Mas esta experiência me deixou muito grata por ter ensinado essas regras de #Segurança para meus filhos”, contou Jodie em entrevista ao portal Kidspot.

E é muito simples entender porque esse ensinamento é tão especial, pois quando dizemos “um estranho” nivelamos todas as pessoas que não são conhecidas da criança como sendo pessoas más e perigosas, e colocamos todos os “conhecidos” em uma posição que represente segurança às crianças. E isso de maneira alguma é verdade.

Por isso, “pessoa malandra” se aplica tão bem, pois um conhecido pode ter más intenções ao se aproximar de uma criança que esteja sozinha e, justamente usará o fato de ser um conhecido para fazer com que a criança aceite sua imposição.

O que Jodie ensinou para seus filhos faz parte do método criado por Pattie Fitzgerald, criadora da ONG Safely Ever After, que tem como objetivo criar métodos que possam proteger as crianças de possíveis violências. Justamente por que muitas vezes quem machuca a criança é alguém que ela já conhece, um amigo da família ou mesmo um parente.

A ideia central do método é ensinar as crianças a desconfiarem de atitudes suspeitas que qualquer pessoa possa ter, seja ela conhecida ou não. No caso de um sequestro

Alguns dos preceitos são: Educação infantil

Adultos seguros não pedem ajuda para crianças;

Nunca deixe seu filho sem supervisão;

Substitua a palavra “estranho” por “pessoa malandra”. Lembre-se: não é a aparência ou quanto você conhece da pessoa que irá determinar se ela é segura ou não, mas sim as suas atitudes em relação à criança;

Crie regras de segurança com seu filho. E deixe claro que qualquer pessoa que tentar quebrar essas regras de segurança ou machucar seu filho de alguma forma não é seguro, independentemente de ser alguém conhecido ou não;

Ouça seu filho e preste atenção às suas atitudes. Se ele não quiser ficar próximo de alguém, babá, professora, amigo da família ou mesmo um parente, desconfie.


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10 motivos para não ter filhos

Olá mamães talvez você chegou aqui e pensou mais como pode uma mãe relatar dez motivos para não ter filhos, mas garanto que a leitura vale a pena

Muitas pessoas querem ter um filho é instinto, já outras não querem e ponto cada pessoa tem que ser respeitada afinal de contas cada um sabe o que é melhor para si  e é melhor só ter um filho quem realmente quer.

De acordo com a pesquisa feita, esses casais relataram 10 motivos para não ter filhos. Vamos a eles.

10 motivos para não ter filhos

1) Filhos custam caro: Alimentação, educação, roupas e criação é preciso ter dinheiro.  Pode até ser porém não é mais caro que um apartamento de luxo, um carro do ano ou uma viagem de Cruzeiro dando a volta ao mundo.

2) Parto é dói demais: sentir dor, vê seu corpo mudando drasticamente, aumento de peso, sentir contrações são alguns dos motivos citados pelas pesquisadas que não pensam em gravidez. “A gestação e o parto acabam com o corpo da mulher”, diz a terapeuta de casal Sylvia Faria Marzano, diretora do Instituto ISEXP. E, neste caso, não é só a mulher que não quer ver seu corpo deformado, mas o companheiro dela também. “Parto é dor, sangue e cansaço. A anestesia local é de grande valia mas, mesmo assim, está longe de ser algo agradável”, afirma a escritora Corine em seu livro.

3) Medo de não ser um bom pai ou mãe: “Há quem não acredite em sua capacidade de educar e amar uma criança”, afirma a psicóloga Patrícia Spada. Medo de errar no futuro faz com que nem se inicie a aventura da paternidade.

4) Priorizar a carreira: “Ser bem-sucedida em uma profissão, ser reconhecida pela sua capacidade acarreta uma grande realização pessoal e filhos iriam atrapalhar a ascensão profissional”, conta a psicóloga Sueli Castillo.

5) Fim da vida sexual: o amor pode não acabar com a chegada dos filhos, mas há quem diga que o desejo desaparece. “O atentado estético contra o corpo da mulher a faz, durante vários meses, parecer um bicho grande, disforme e engordado à força. Muitos homens até acham bonito, mas nem por isso têm tanta vontade assim de fazer amor com elas”, diz Corine.

6) Evitar erros do passado: “Pessoas traumatizadas pela separação conjugal dos pais querem que os possíveis filhos não venham a sofrer desilusões como as que passaram”, diz a terapeuta Sylvia.

7) Fim da vida social: por alguns anos, criar filhos significa abrir mão de festas, reuniões sociais, passeios e viagens com os amigos.

8) Pressão da família e dos amigos: “Ter filhos é uma decisão que depende de possibilidades internas de cada um e não pode ser para atender a expectativa de outros”, afirma a psicóloga Silvana Martani.

9) Ter atenção exclusiva do companheiro: Há casais que sentem dificuldade em dividir o amor com outro, mesmo que seja um filho.

10) Simplesmente não quer: é uma opção e não uma obrigação imposta pela sociedade. “Não ter tempo para se dedicar a um filho, querer viver em função de si mesmo e não estar disponível para mudanças e novas rotinas são alguns motivos que levam a esta opção”, afirma a psicóloga Walnei Arenque.

Essas fotos me fizeram rir muito!

NÃO TER FILHOS

10 motivos para não ter filhos

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NÃO TER FILHOS

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Reportagem via A Critica

 


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Filho segue os passos dos Pais

Olá mamães, qual o filho não quer seguir os passos do pai ou da mãe, eu mesmo tenho orgulho dos meus, e quem nunca ouviu dos filhos a famosa frase “mamãe quando crescer vou ser que nem você.” Hoje quero falar sobre a Angélica apresentadora de televisão que deixou sua carreira para cuidar da família e não se arrepende disso.

PASSOS

Depois de um mês do acidente de avião que a Angélica sofreu com o marido e os três filhos ela vê hoje o acontecimento como uma passagem enriquecedora.

O ditado é velho e diz que “há males que vêm para o bem”. Aos 42 anos, Angélica tem motivos para acreditar nisso.

— É bem aquela história de você dar mais valor às coisas, sabe? Começamos a ter um olhar que não tínhamos antes, a dar importância ao que realmente vale a pena. É uma gratidão com a vida, uma alegria de estar aqui. Fortalecemos os nossos laços. O acidente vai fazer aniversário e nós estamos celebrando a vida — diz a loura, que não faz a linha Pollyana, de acreditar que tudo está sempre às mil maravilhas: — Viajar ficou mais difícil, mas continuamos. Não dá para parar. Acho que ficou mais complicado para mim do que para eles. Sempre tive receio de avião, nunca me senti confortável. Depois das crianças, então, fiquei mais medrosa.

Angélica diz que a filha caçula, Eva, deve seguir seus passos

Passos

Embora não queira interferir nos rumos profissionais dos herdeiros, a apresentadora acredita que a caçula, de 3 anos, tem tudo para seguir seus passos.

Comecei a trabalhar cedo, mas era tímida. Eva sou eu grande. Tenho até medo de falar e o universo escutar. Adora foto, ama se produzir…

Angélica é segura. Fala com calma. A maturidade é um dos benefícios que ela credita à idade e à maternidade.

 Você precisa tomar decisões, educar, dar exemplos — destaca a loura, que elege a relação com os filhos a maior realização de sua vida: — É um amor louco, uma entrega! É muito mais do que eu pensava. Não sou daquelas que só mandam fazer coisas. Sou bagunceira, parceira, adoro brincar com eles.

Não sinto falta do que vivi (faz uma pausa). Quer dizer, eu acho que tenho saudade daquele carinho do público. Mantinha um contato forte com a plateia. Tenho tanto afeto por minha história… — pontua.

O maridão faz questão de se mostrar completamente apaixonado:

— Eu vivo para fazê-la feliz. Angélica é meu motor de popa. Sempre apoia tudo o que faço. Vibra! Ao mesmo tempo, é meu porto seguro e me faz querer estar em casa o maior tempo possível. Juntos, nós somos muito melhores!

Ter uma família feliz é a base de tudo, pois aonde reina a felicidade, existe amor verdadeiro nesse lar.


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