Sendo mãe para as minhas filhas

Como estou sendo mãe para as minhas filhas? Essa semana fiz inúmeras perguntas a mim mesma e uma delas fico  martelando a minha cabeça. Como estou sendo mãe para as minhas filhas hoje.

A minha caçula Gabi completou 03 anos por 09 anos a Isa reinou como filha única, de pais que trabalhavam fora, que viviam apressados, mais que compensava com finais de semanas em família, cinemas, parques, comidas entre outros.

Por muitas vezes planejei a Gabi em meus sonhos, não era só por que sempre quis ser mãe de mais de um filho, mais também queria que minha primogênita tivesse uma irmã ou irmão.

A culpa como sendo mãe de duas

SENDO MÃE

Sendo mãe para as minhas filhas

Mas o que me tirou sono essa semana foi o fato de eu mesma me questionar, será que a Gabi tem mais privilégios que a Isa, será que sou mais mãe da Gabi do que fui para a Isa por ser mais presente hoje? Por ter me dedicado a ficar em casa? E a culpa mais uma vez me consumia, me atormentava me deixando sem chão e sem sono.

Por dois dias seguidos pensei em como poderia resolver essa minha questão. E em meu íntimo, chamado instinto materno ressoou: Sou uma mãe dedicada e que se preocupa com o bem estar das minhas filhas.

O fato de antes eu não poder ter ficado em casa com a Isa, nunca me impediu de ser uma mãe presente ou ser menos mãe, o fato de estar em casa hoje com a Gabi é por que hoje eu pude está.

Antes a Isa ganhava mais presentes, saíamos mais, viajávamos mais. Verdade o orçamento era melhor. Porém o que temos hoje é o amor duplicado, afeto, maturidade e pensando bem não troco por nada no mundo.

Ser mãe é um dia acordar bem e segura do que está fazendo e no outro se perguntar se está fazendo tudo certo.

Ser mãe é se sentir segura e insegura, realizada, completa, feliz e com a culpa sempre te perseguindo.

E sobre aquela culpa que me deixou sem dormir por dois dias digo:

Estou aproveitando cada momento como prometi e vivendo intensamente como pensei em viver a maternidade, somos os melhores pais que elas poderiam ter. Quando a culpa te alcançar saiba dar uma boa resposta a ela.

Para nunca perder a sensação dos primeiros momentos


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Seeding nova técnica você conhece?

Olá mamães, achei um assunto interessante é o Seeding já ouviram falar ou leram sobre o assunto? Até então não conhecia esse termo.

SEEDING

Crianças nascidas de cesárea têm imunidade mais baixa (Foto: Shutterstock)

O Seeding é um método que as mães passam fluidos vaginais em bebês nascidos por cesáreas para aumentar a imunidade.

E essa prática tem causado polêmica entre as mães, principalmente em alguns países da Europa e na Austrália. Será que funciona?

Um novo hábito tem dado o que falar entre as mães: o “seedind” (ou “semeadura”, em português). De acordo com informações publicadas em diversos veículos de comunicação principalmente no Reino Unido e na Austrália, mulheres que tiveram seus bebês por cesarianas passam fluidos vaginais na boca, no rosto e no corpo dos seus recém-nascidos.

A prática seria uma tentativa de aumentar a imunidade dos bebês nascidos de cesariana, já que estudos indicam que crianças nascidas em partos normais têm maior resistência a algumas doenças, devido ao contato com a flora bacteriana do canal vaginal da mãe, durante a passagem.

Para Maria Glória Dominguez, professora associada em medicina na New York University, que lidera uma pesquisa sobre o assunto, a tendência tem mostrado resultados positivos. As conclusões do estudo ainda não foram oficialmente publicadas, mas a professora  garante que há aumento da imunidade, embora não se equipare aos níveis observados entre os bebês nascidos de parto normal.

Sobre a técnica do  Seeding

A técnica, chamada de semeadura, consiste em pegar um pedaço de gaze embebida em soro fisiológico estéril, dobrá-la como um tampão e inseri-la na vagina da mãe.

Após uma hora, imediatamente antes do parto, a gaze deve ser retirada e colocada em um recipiente estéril. Assim que o bebê nascer, os fluidos devem ser aplicados na boca, face e posteriormente no corpo da criança.

“Realmente, tem se notado que a via de parto pode ter diversas repercussões durante a infância e até mesmo na vida adulta. Uma delas, justamente, é a passagem do feto pelo canal de parto. Estudos mostram que este contato com as bactérias da secreção vaginal ajuda na formação do sistema imunológico e que, consequentemente, crianças que nascem via cesárea estariam mais predispostas a ter alergias, doenças respiratórias e com componente autoimune, como a diabetes tipo 1. Estes estudos só mostram ainda mais a importância do parto vaginal, que deve ser cada vez mais encorajado”, explica o especialista. Um ponto importante é ressaltado pelo médico: “Não existem provas de que passar a secreção vaginal nos recém-nascidos que nasceram de cesárea tenha o mesmo efeito e que isto não possa ser prejudicial para o bebê”. Wagner Hernandez, diretor do Centro Obstétrico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

E ai mamães o que acharam da técnica vocês fariam ?

Fonte: Crescer


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Mães que ficam em casa

Mães que ficam em casa: Vocês não devem ao mundo uma explicação

MAES

Mães que ficam em casa

Mãe que fica em casa, você está criando seus filhos, simples assim. Nenhuma explicação você deve a ninguém, como iria explicar por que alguém bebe água ou anda sobre suas pernas.

Sinceramente a maternidade deve ser promovida, e a família deve ser defendida como uma linda instituição, mas nós  já fazemos um excelente trabalho, simplesmente por sermos mães.

O desrespeito à opção de ficar em casa decorre da ignorância

Se tiver alguma cura para a ignorância que seja a verdade, e há duas maneiras de conduzir isso : você pode dizer, ou você pode comprovar isso.

Uma maneira simples é como as mães no mundo todo, contra as probabilidades, contra as opiniões alheias, nos dedicaram e nos doamos, muitas vezes abdicamos de nós mesmo, para educarmos, os nossos filhos, isso já é uma comprovação. Estamos vivendo isso!

Como podemos levar a sério alguém que critica aquilo que nunca fez,  que não sabe o que é doação, muito mesmo o significado real da palavra amor, a cada dia  moldando crianças em adultos respeitáveis, e tudo isso é construído em meios ao suor , lágrimas e sofrimento. Não sabe o que é sacrificar a vida por outra pessoa.. Eles não sabem o que é estar no comando de toda a vida de outro ser humano. E isso o dia todo. Todos os dias. Eles não sabem o que é se envolver cuidar de uma casa e afazeres. Muitos nunca o fizeram. Eles vivem em uma civilização construída por pessoas que se colocam no tipo de trabalho e fazem o tipo de sacrifícios que eles nunca estariam dispostos a fazer. E, no seu conforto, na sua arrogância,  eles zombam.

Eles zombam de você.

Mas eles não sabem o que estão dizendo.

Eu e você, mães e donas de casa, estamos usando nossas habilidades para servir aos outros, e nós estamos fazendo isso da maneira mais direta, mais pura possível: a maternidade.

Além de tudo isso, a pior coisa sobre a tentativa de convencer as mulheres de que há algo errado em “ficar em casa” é fazer tolamente as jovens se envergonharem de seus instintos femininos.

Mulheres têm naturalmente o desejo de amar os outros e sacrificar-se. Elas se preocupam com as relações. Elas não estão tão preocupadas com liderança quanto estão com a edificação dos que as rodeiam.

Nós mulheres temos naturalmente o desejo de amar os outros e sacrificarmos. Nós nos preocupamos com as pessoas. Não estamos tão preocupadas com liderança quanto estamos com as edificações dos que as rodeiam.

Não prestem atenção a essas pessoas. Elas não merecem ser levadas a sério.

Além disso, vocês tem coisas melhores para fazer com seu tempo. Sendo mãe.


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Deborah Secco faz relato sincero sobre a maternidade

Olá mamães, a atriz Deborah Secco, faz um relato sensível e corajoso da experiência mais incrível da sua vida, que é a maternidade.

DEBORAH SECCO

Deborah Secco posa com Maria Flor

“É como se eu tivesse aberto mão de mim. É confuso e intenso, senti uma tristeza. Mas tudo se ajeita, e o amor só cresce…”, desabafa Deborah Secco,

Para ela, romper com idealizações e cobranças são serviço de utilidade pública! Por isso que você está lendo agora é bem isso: um relato sensível, corajoso e sincero da experiência mais incrível da vida dela.. #somostodosDeborah, agora mais que nunca!

Segue agora um pouco dessa entrevista maravilhosa para a revista Glamour:

G: Sério? Vocês se revezam nos cuidados, é isso?

DS: Minha mãe ajuda bem. E Hugo e eu fizemos cursinho pra aprender a trocar fralda, isso tudo. Uma coisa legal que fazemos desde que chegamos da maternidade é dar banho nela no chuveiro. Como não consegui amamentar muito tempo, porque não tive leite e depois

enfrentei uma mastite [inflamação da mama] bem chata, acho uma delícia criar nosso vínculo agarradinhas no chuveiro. É um laço afetivo muito lindo que se forma nesses momentos. No mais, tento criar sem dramas.

G: O primeiro mês com um bebê é o mais, digamos assim, desafiador. Como foi pra você?

DS: Complicado. Ninguém me avisou que a criança não dá amor no primeiro mês! Ainda mais no meu caso, que não amamentei. Sentia que qualquer pessoa que estivesse ali trocando fralda, dando banho e mamadeira, pra ela estava bom. É uma dedicação absurda, o bebê demanda de três em três horas cronometradas. Aí você sente que dá muito e não recebe nada em troca. É frustrante.

G: Sua gravidez foi bacana?

DS: Fui uma grávida muito chata. Tive muita oscilação de humor. Fiquei muito carente e chorosa. O Hugo falava que 24h não eram suficientes pra mim, eu queria mais dele e de todo mundo. Basicamente, fiquei como na TPM, só que por nove meses [risos]. Mas também tem

uma parte linda: quando o bebê mexe dentro da barriga. Disso sinto falta, de saber que ali ela era só minha.

G: É muito louco o papel do pai nessa primeira fase, né?

DS: Muito! Mas, olha, o Hugo me surpreendeu demais. Ele é jovem [26 anos] e se mostrou mais maduro que eu. Ter ele ao lado me deu tanta força. Hugo me disse todos os dias da gravidez que eu estava linda – eu sabia que eu não estava linda, sabe assim? Duvido que uma grávida se sinta linda, como algumas dizem por aí. É delicioso sentir o bebê, claro, mas linda, linda… isso não.

G: Foi uma gestação planejada?

Não. Parei de tomar pílula pra congelar meus óvulos, porque todas as minhas amigas estavam com dificuldade de engravidar, e o médico falou que o ideal era congelar com 35. Pra fazer o procedimento, tinha que ficar durante seis meses sem anticoncepcional. Aí, por causa de uma camisinha furada, Maria nasceu.

G: Você lembra o dia em que ela foi concebida?

DS: 28 de março de 2015. Eu estava no meu primeiro dia fértil. Coloquei as pernas pra cima porque dizem que isso aumenta as chances de ser menina. Aí a gente ficou um tempão brincando: “Será que Maria já está aqui?”.

G: Você se cobra muito pra ser uma mãe perfeita?
DS: Vou ser a melhor mãe do mundo pra Maria porque sou a única. Vou tentar sempre ser o melhor que posso, mas vou errar, sou humana.

Fonte:http://goo.gl/hdIfsx


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