Câncer de colo do útero!

Você com certeza já ouviu falar em alguém que teve alguma alteração em seus exames de Papanicolau.

Mas será que qualquer alteração é motivo de alarme?

Hoje, aqui no blog Mamãe de Duas Oficial, Dr. Bruno Jacob fala sobre o temido câncer de colo do útero!

No Brasil é o terceiro câncer mais comum em mulheres, perdendo apenas para pele e mama.

São registrados 500mil novos casos por ano no mundo e leva 230.000 a óbito por ano, segundo o INCA.

Esses números são de assustar, principalmente se tratando de uma doença tão facilmente previnível.

No Brasil existem cerca de 6 milhões de mulheres, entre os 25 e 45 anos, que nunca realizaram exame de Papanicolau na vida.

O exame de papanicolau, ou colpocitologia oncótica, é rapido, simples e barato. Ele consegue indentificar lesões no colo do útero que podem vir a se tornar lesões malignas no futuro, e uma vez descobertas precocemente, o tratamento é muito mais eficaz.

A OMS preconiza que todas as mulheres a partir dos 25 anos realizem o exame preventivo anualmente, caso dois exames consecutivos sejam negativos, o acompanhamento pode ser trimestral.

A idéia é identificar lesões causadas pelo HPV, que é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero.

CÂNCER

Mais sobre o Câncer de colo do útero e HPV:

Papilomavírus humano, o HPV, vírus que possui sua principal transmissão por via sexual e coloniza pele e a mucosa (pênis, vagina, ânus, boca e colo do útero por exemplo).

Esse vírus, responsável por 99% de todos os casos de câncer de colo de útero, é mais comum do que se imagina, estima-se que no Brasil 2 milhões de novos casos de HPV são registrados todos os anos!

 

🙋🏻Fiz o exame, descobri que tenho HPV. E agora doutor?🙋🏻

Ainda não há cura para esse vírus , mas há controle, e deve-se realizar rigorosamente para evitar as complicações que o vírus acarreta.

➡️SINTOMAS:

A grande maioria das infecções por HPV não apresenta sintomas, a paciente apenas descobre no exame de rotina com o ginecologista.

Quando presente, o principal sintoma são as verrugas genitais, que podem estar na vulva, no períneo, no ânus e em outras áreas. E

➡️VACINA:

As evoluções na biomedicina permitiram a criação de uma vacina para prevenção do HPV, o ideal é que se vacine as meninas entre 9 e 13 anos e idade.

Atualmente também é possível vacinar meninos de 12 a 13 anos.

➡️TRATAMENTO:

Como foi dito, o HPV em sí não possuí cura, mas possui controle.

No caso das verrugas genitais elas podem ser cauterizadas com laser ou ácido, porém sempre existem chances das lesões aparecerem novamente, com necessidade de novas cauterizações.

Caso você tenha alguma alteração no Papanicolau o seu médico solicitará uma colposcopia que é realizada com auxílio de uma lupa esse exame avalia as lesões na vulva e no colo do útero, e a captura híbrida que mostra se a mulher teve o contato com o vírus, e mostra os subtipos.

A fragmento retirado na colposcopia passa por uma biópsia, e ela mostrará o risco cancerígeno das células do colo.

Se confirmado câncer, o tratamento pode ser feito com cirurgia, na qual é retirado o útero por completo, juntamente com outras estruturas adjacentes. O acompanhamento pós cirurgia é feito com exames de imagem, afim de rastrear metástases da doença.

O índice de cura é alto.

Realize papanicolau todo ano

Cuide-se e na dúvida procure seu médico.

 

Por Dr. Bruno Jacob
Instagram: @drbrunojacob
www.facebook.com/drbrunojacob

PLACA


Comentários
1
Compartilhe este post
Pin It

Uma escritora que está morrendo de câncer de ovário escreveu um perfil de namoro para seu marido, para que ele possa encontrar “outra história de amor”.

CÂNCER

Amy Krouse Rosenthal tem câncer em estágio terminal e diz que quer ajudar o marido, com o qual é casada há quase trinta anos, a encontrar um novo amor (Foto: Reprodução/Facebook/Amy Krouse Rosenthal)

Amy Krouse Rosenthal tem câncer em estágio terminal e diz que quer ajudar o marido, com o qual é casada há quase trinta anos, a encontrar um novo amor.

Amy Krouse Rosenthal lista as melhores qualidades do companheiro e diz esperar que “a pessoa certa leia isso [e] encontre Jason”.

“Eu nunca estive no Tinder, Bumble ou eHarmony”, ela escreveu no New York Times.

“Mas vou criar um perfil geral para o Jason aqui, com base na minha experiência de coexistir na mesma casa com ele por, tipo, 9.490 dias.”

Amy é conhecida por escrever livros para crianças, bem como memórias sobre sua própria família e vida.

Ela e Jason estão juntos há quase três décadas e já têm filhos grandes.

Tatuagem

Em seu mais recente livro de memórias, escrito antes do diagnóstico da doença, Amy disse que queria um leitor sugerisse um desenho para que ela e ele (o leitor) pudessem fazer tatuagens combinadas.

“Em setembro, Paulette dirigiu-se para me encontrar em um estúdio de tatuagem de Chicago”, ela escreve em seu ensaio no Times.

“Ela fez a dela (a primeira) no pulso esquerdo. Eu fiz a minha na parte de baixo do meu antebraço esquerdo, na letra da minha filha.”

“Esta foi minha segunda tatuagem. A primeira é pequena, um ‘j’ minúsculo, que tenho no meu tornozelo por 25 anos. Você provavelmente pode adivinhar o que representa.”

“Jason tem uma também, mas com mais letras: ‘AKR.'”

Mais para o final de seu ensaio, chamado You May Want Marry My Husband (Você talvez queira casar com meu marido, em tradução livre), Amy escreve:

“Estou finalizando isso no Dia dos Namorados, e o presente mais genuíno que eu posso esperar é que a pessoa certa leia isso, encontre Jason, e outra história de amor comece.”

“Vou deixar este espaço abaixo intenacionalmente vazio como uma forma de dar a vocês dois o novo começo que vocês merecem.”

Em seguida, segue-se um espaço em branco.

Ela termina: “Com todo meu amor, Amy.”

Fonte: https://goo.gl/QfacBC

Comentários
0
Compartilhe este post
Pin It
Olá meninas tudo bem? Enfim a sexta-feira chegou e hoje o assunto que vamos falar é Amenorreia, nome estranho né? Então vamos saber mais sobre ela. 
Amorreia será que eu tenho ?


amenorreia é a ausência da menstruação que pode ser de dois tipos: a primária é caracterizada pela falta de sangramento até os 14 ou 16 anos a depender da presença ou não de outras características sexuais como pelos pubianos, broto mamário e etc. A secundária ocorre quando a menstruação teve início no período normal, mas passa a se ausentar por períodos de três a seis meses. 

Sintomas da Amenorreia

 Os sintomas associados à amenorreia são dores de cabeça intensas, acne, falta de lubrificação vaginal, alterações da voz, aumento do crescimento dos pelos pelo corpo, aumento dos seios e cólicas periódicas sem sangramento. Todos esses sintomas podem aparecer em mulheres completamente saudáveis, pois a doença pode se desenvolver a qualquer momento. Também existem mulheres que podem ter amenorreia de forma assintomática. 

Nos casos de amenorreia primária, o atraso no sangramento pode ser causado por defeitos congênitos no sistema reprodutor da mulher, problemas hormonais e até mesmo pela falta de abertura na membrana presente na entrada da vagina, o hímen, que muitas vezes pode ser tão espesso a ponto de não dar vasão à menstruação. Já na amenorreia secundária, as causas podem ser perda de peso de forma drástica, transtornos alimentares, gravidez desconhecida pela paciente, estresse, ansiedade, obesidade, desequilíbrio hormonal, excesso de exercícios físicos, falha ovariana prematura e cicatrização uterina após algum processo cirúrgico. 

Diagnóstico da Amenorreia


O diagnóstico da amenorreia é realizado pelo ginecologista por meio da avaliação do histórico da paciente, exames de sangue, ultrassom pélvico e exames ginecológicos. O tratamento depende da causa da amenorreia, se o atraso for considerado normal, com a menina tendo sinais da puberdade até os 14 anos, é recomendado aguardar até a paciente completar 16 anos. Do contrário, o médico analisará caso a caso e verificará o melhor tratamento para cada causa, como mudança de estilo de vida, uma dieta específica e o uso de medicamentos adequados. Se sua menstruação for interrompida abruptamente e se mantiver ausente por mais de três meses, sem sinais de gravidez, procure seu ginecologista. É importante investigar se o motivo é a amenorreia ou outra doença que provoque a suspensão do sangramento, que podem até mesmo comprometer a fertilidade da mulher. 
  
Bom meninas por hoje é só, espero vocês  na próxima sexta. Bjss  



 photo Image7_zpsc505836f.jpg




Blog:http://www.blogdemaepramamaes.com/



Compartilhe este post
Pin It
Olá meninas tudo bem? Hoje é dia de falar da nossa saúde e o tema de hoje  Vaginose Bacteriana
VAGINOSE BACTERIANA 
 Vaginose Bacteriana é uma infecção genital causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella Vaginalis. 
Não é considerada uma doença sexualmente transmissível para alguns especialistas, uma vez que algumas dessas bactérias podem ser encontradas habitualmente no ser humano. No entanto, a transmissão ocorre também pelo contato íntimo ou relação sexual. 
A Vaginose é a causa mais comum do corrimento genital e a segunda causa da candidíase. Essa infecção desencadeia um desequilíbrio da flora vaginal fazendo com que a concentração de bactérias aumente. Atualmente, a Vaginose Baceteriana é considerada uma proliferação maciça de uma flora mista, que inclui Gardnella Vaginallis, Peptoestreptococcus e Micoplasma hominis. 
Durante a menstruação, a Vaginose causa um odor desagradável e forte, pois nesse período a ação das bactérias aumenta. Essa doença ocorre principalmente em mulheres na idade reprodutiva, que usam DIU ou são fumantes. 
 SINTOMAS 
A Vaginose Bacteriana não apresenta uma reação inflamatória, por isso o reconhecimento da doença só pode ser percebido através dos seguintes sintomas: 
– Corrimento branco–acinzentado; 
– Odor fétido; 
– Pequenas bolhas. 
 O não tratamento da Vaginose pode ocasionar problemas mais sérios, como: endometrites e salpingites (inflamação das trompas). No homem, não há sintomas da doença. 
  
DIAGNÓSTICOS 
 O diagnóstico da Vaginose ocorre primeiramente em um exame ginecológico, no qual o médico nota se há a alteração do conteúdo vaginal. 
Após esse primeiro exame clínico, o médico solicitará um exame de laboratório, como o Papanicolau. Ocasionalmente, poderá ser solicitado uma cultura e testes imunológicos. 
  
EXAMES 
 A vaginose bacteriana ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal e a consequente diminuição do número de lactobacilos, que provoca o aumento de bactérias, muitas vezes própria da vagina, sendo assim uma causa orgânica. 
O diagnóstico da vaginose bacteriana pode ser feito através da descrição dos sintomas somada ao exame clínico realizado em consultório pelo ginecologista através da análise especular. De forma mais precisa, é possível diagnosticar a enfermidade por meio de exames que analisem a secreção vaginal como bacterioscopia, cultura e análise do pH. O exame preventivo de Papanicolaou, em que é realizada a coleta de células da vagina e do colo por uma raspagem visa rastrear a presença de lesões precursoras do câncer de colo uterino, porém também pode ajudar a dar o diagnóstico de outras doenças como a vaginose bacteriana. 
 Após a confirmação do diagnóstico de vaginose bacteriana o tratamento deve ser iniciado com a utilização de antibióticos em doses prescritas pelo ginecologista, os quais podem ser administrados pela via oral ou vaginal durante até sete dias. O tratamento da vaginose bacteriana deve ser realizado da forma correta para garantir a cura e não pré-dispor o organismo a outras infecções genitais. 
 PREVENÇÃO 
 A vaginose bacteriana é uma doença ginecológica que ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal. Esse desequilíbrio normalmente se dá pela diminuição do número de lactobacilos e aumento de alguma bactéria própria da vagina. Mas, o que fazer para evitar esse desequilíbrio? 
 Apesar de não ser definida como uma DST – Doença Sexualmente Transmissível, a vaginose bacteriana pode ser transmitida via relação sexual. Por isso, é importante o uso da camisinha, seja masculina ou feminina, em todas as relações. Também é preciso que o parceiro realize uma consulta com o urologista para verificar se realmente não apresenta nenhum sintoma da doença, prevenindo assim uma reinfecção da mulher. 
É essencial dar uma atenção especial na hora da higiene íntima para não relaxar e nem exagerar na limpeza. Quando for ao banheiro sempre limpe a vagina da frente para trás a fim de não trazer as bactérias do ânus para o genital. Na hora do banho, evite fazer duchas vaginais e utilizar bidês, pois nesses locais podem existir bactérias que desequilibram o trato vaginal. Assim, a vaginose bacteriana ficará mais longe de você e sua saúde ginecológica ficará mais prevenida. 
 TRATAMENTOS E CUIDADOS 
 O tratamento indicado para a Vaginose Bacteriana é realizado à base de antibiótico, podendo ser por via oral ou de uso tópico com creme vaginal ou óvulos. O uso de medicamento oral é indicado durante sete dias, assim como o creme vaginal, aplicado por sete noites. 
Não é recomendado consumir álcool durante o tratamento, pois inibe o efeito do medicamento oral. 
 CONVIVENDO 
 O desequilíbrio da flora vaginal pode, entre tantas doenças ginecológicas, provocar a proliferação das bactérias causadoras da vaginose bacteriana. Ao apresentar esse quadro, a mulher deve procurar um ginecologista que lhe receitará o melhor tratamento, mas em muitos casos a vaginose se torna recorrente, atrapalhando a vida social e profissional. Nesses casos, é preciso mudar a rotina para evitar o retorno da doença. 
O primeiro passo para acabar com o problema da vaginose bacteriana recorrente é manter uma vida saudável. Para isso, é preciso dormir pelo menos oito horas por dia, praticar atividades físicas com regularidade e manter uma alimentação saudável, sem excesso de açúcares. 
O corrimento provocado pela vaginose bacteriana tem odor desagradável. Por isso, realizar a higiene íntima de forma adequada, ao menos duas vezes ao dia, é de fundamental importância para curar a enfermidade e evitar novas infecções. 
O vestuário também é peça importante do combate à vaginose recorrente. Prefira sempre calcinhas de algodão, pois esse tipo de tecido deixa a pele respirar melhor e, com isso, não há o aumento da temperatura da vagina, uma das causas do desequilibro da flora vaginal. Nos dias mais quentes opte por saias e vestidos mais soltos, que além de deixá-la mais fresca são melhores para sua saúde ginecológica. E claro, nunca deixe de usar camisinha em todas as relações para evitar uma possível recontaminação. 
  
 Bom é isso por hoje, Bjss e até a próxima sexta.
 photo Image7_zpsc505836f.jpg
Blog:http://www.blogdemaepramamaes.com/



Compartilhe este post
Pin It