Mito ou Verdade por Daiane Souza

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É preciso parar de tomar a pílula para evitar o excesso de hormônios no corpo? 


 Mito. Mulheres de todo o mundo usam a pílula para evitar uma gravidez não planejada por vários anos, e muitas delas tem a mesma dúvida: será que não dar uma pausa nos hormônios faz mal para o meu organismo?
 Falar que é preciso dar um intervalo no uso de anticoncepcionais orais não passa de mito. As pílulas evoluíram muito desde seu lançamento e os laboratórios farmacêuticos trabalham constantemente para aprimorá-las cada vez mais. 


 As pílulas mais modernas comercializadas atualmente são, em sua maioria, constituídas pela combinação de dois hormônios – estrogênio e progesterona –, sendo ambos em baixa quantidade. Esses hormônios são sintéticos, ou seja, DESENVOLVIDOS em laboratório, o que reduz ainda mais a possibilidade de apresentar algum efeito colateral. Além disso, o uso contínuo de anticoncepcionais hormonais trazem outros benefícios para as mulheres além de evitar a gravidez, como a diminuição das cólicas menstruais, do fluxo menstrual e das espinhas. 
 Para as mulheres que acham que ao tomar diariamente as pílulas estarão ingerindo uma grande quantidade de hormônio, o DIU pode ser uma ótima opção. O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um pequeno dispositivo em forma de “T” inserido pelo ginecologista no útero da mulher, antes encontrado somente em cobre, sua versão mais moderna e eficiente é feita de plástico e é medicada com progesterona, um dos hormônios das pílulas modernas. 
O DIU medicado com progesterona reduz a circulação de hormônios, pois ele libera a substância apenas dentro do útero e somente uma pequena parcela será absorvida para a corrente sanguínea.

O DIU medicado, além de ter alta eficácia contraceptiva e reduzir a quantidade de hormônios circulando no corpo pela sua forte atuação local, também diminui o fluxo menstrual, podendo até mesmo levar a interrupção da menstruação. Outra vantagem do uso do DIU com progesterona é que ele só precisa ser trocado a cada cinco anos, sendo extremamente prático para a rotina da mulher moderna, que estuda, trabalha e ainda cuida da família, e caso você decida engravidar, basta ir ao seu ginecologista e solicitar a retirada do DIU que no seu próximo ciclo menstrual sua fertilidade já estará atuando normalmente. 


 Beijoss e até a próxima



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Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.


A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.


Vários fatores podem desencadear a falta de desejo nas mulheres. Dentre as causas orgânicas e físicas estão o desequilíbrio hormonal que pode ser tratado com medicação para a reposição dos hormônios, e as infecções vaginais e uterinas que são tratadas com antibióticos específicos para cada tipo de agente infeccioso.


Depressão, falta de autoestima, fatores sociais e culturais, e situações traumáticas de abuso sexual geram danos psicológicos que afetam a libido feminina profundamente. Nesses casos, é preciso realizar acompanhamento ginecológico e psiquiátrico concomitantemente para obter a evolução desejada no tratamento e alcançar a cura através do uso de medicações e sessões de terapia.


Se você estiver apresentando algum sintoma de disfunção sexual não deixe de procurar seu ginecologista. Esse problema não deve ser ignorado.


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Ola meninas tudo bem? hoje é dia de falar sobre a saúde  da mulher, então vamos lá?


AMENORREIA: SERÁ QUE EU TENHO?


A amenorreia é a ausência da menstruação que pode ser de dois tipos: a primária é caracterizada pela falta de sangramento até os 14 ou 16 anos a depender da presença ou não de outras características sexuais como pelos pubianos, broto mamário e etc. A secundária ocorre quando a menstruação teve início no período normal, mas passa a se ausentar por períodos de três a seis meses.

Os sintomas associados à amenorreia são dores de cabeça intensas, acne, falta de lubrificação vaginal, alterações da voz, aumento do crescimento dos pelos pelo corpo, aumento dos seios e cólicas periódicas sem sangramento. Todos esses sintomas podem aparecer em mulheres completamente saudáveis, pois a doença pode se desenvolver a qualquer momento. Também existem mulheres que podem ter amenorreia de forma assintomática.

Nos casos de amenorreia primária, o atraso no sangramento pode ser causado por defeitos congênitos no sistema reprodutor da mulher, problemas hormonais e até mesmo pela falta de abertura na membrana presente na entrada da vagina, o hímen, que muitas vezes pode ser tão espesso a ponto de não dar vasão à menstruação. Já na amenorreia secundária, as causas podem ser perda de peso de forma drástica, transtornos alimentares, gravidez desconhecida pela paciente, estresse, ansiedade, OBESIDADE, desequilíbrio hormonal, excesso de exercícios físicos, falha ovariana prematura e cicatrização uterina após algum processo cirúrgico.

O diagnóstico é realizado pelo ginecologista por meio da avaliação do histórico da paciente, exames de sangue, ultrassom pélvico e exames ginecológicos. O tratamento depende da causa da amenorreia, se o atraso for considerado normal, com a menina tendo sinais da puberdade até os 14 anos, é recomendado aguardar até a paciente completar 16 anos. Do contrário, o médico analisará caso a caso e verificará o melhor tratamento para cada causa, como mudança de estilo de vida, uma DIETA específica e o uso de medicamentos adequados. Se sua menstruação for interrompida abruptamente e se mantiver ausente por mais de três meses, sem sinais de gravidez, procure seu ginecologista. É importante investigar se o motivo é a amenorreia ou outra doença que provoque a suspensão do sangramento, que podem até mesmo comprometer a fertilidade da mulher.



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Saúde da Mulher por Daiane Souza

PROBLEMAS SEXUAIS FEMININOS


Durante a vida sexual é possível que a mulher apresente alguns problemas em relação ao exercício de sua sexualidade. A maioria das disfunções sexuais femininas pode ser tratada.


Os problemas mais comuns são:


Falta de desejo sexual;
Incapacidade em obter orgasmo – anorgasmia;
Dor durante a relação sexual – dispareunia;
Incapacidade em ter penetração vaginal – vaginismo.
A falta de desejo sexual feminino, também chamada da perda de libido, é o problema mais frequente e acomete entre 15% e 35% das mulheres. As causas são as mais diversas, como alterações hormonais (pelo uso de anticoncepcional), parto, amamentação, menopausa, disfunções hormonais e antidepressivos. É possível ainda estar relacionada ao cotidiano e ao estresse, além da dinâmica do relacionamento. Muitos casais acham que esse sintoma é falta de amor, quando na verdade o bem-estar dos parceiros no dia a dia da relação é determinante para a sintonia do casal. Mudanças na rotina podem afetar a comunicação entre os parceiros, gerando o distanciamento entre eles e incidindo em sua vida sexual.


Anorgasmia: a incapacidade em obter orgasmo é um problema muito comum nas mulheres. Mulheres que têm orgasmo por meio da masturbação não podem ser consideradas como portadoras dessa deficiência.


Do ponto de vista biológico, o orgasmo feminino é bem definido, existindo até imagens de ressonância nuclear magnética de uma mulher durante o orgasmo. Talvez a causa mais comum da dificuldade de atingir o orgasmo entre as mulheres seja o desconhecimento da anatomia feminina, além de se buscar uma dinâmica sexual confortável para elas, o que não é incomum. A sexualidade feminina foi tabu durante boa parte da história, e apenas muito recentemente tem havido maior abertura para que as mulheres sejam também sujeitos de desejo.


Expectativas irrealistas e a clara falta de comunicação entre os parceiros certamente contribuem para esse problema. A influência da pornografia no aprendizado sexual é também uma questão importante, ao tornar um universo fantasioso e muitas vezes irrealista como referência para homens e mulheres.


Dor durante a relação sexual ou dispareunia: é quando a mulher sente dor no ato sexual. A causa dessa disfunção pode ser corrimento, infecção vaginal, menopausa e distúrbios hormonais. Também pode estar relacionada à falta de desejo sexual, além da adoção de um ritmo inadequado para a relação sexual. A excitação é um elemento importantíssimo para a lubrificação vaginal, que permitirá uma relação prazerosa e sem dor.


Vaginismo: é a incapacidade de haver penetração sexual prazerosa para a mulher, com a contração involuntária dos músculos próximos à vagina. Caracteriza-se por um ciclo que envolve ansiedade, tensão e dor, sucessivamente. É importante não tentar mais a penetração e fazer uma consulta ao ginecologista, para avaliar as causas e tratamentos. A terapia em conjunto do casal pode trazer gradativo aumento da intimidade sexual, com enormes chances de cura.


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