Dar remédio para o bebê é uma tarefa séria, e muitas vezes bem difícil, a Isa me dava muito trabalho com isso, tinha que sempre ser forçado e no maior sofrimento, já a Gabi com uma conversa na maioria das vezes ela tomava o remédio numa boa, mais esses dias pra cá ela vem radiando demais para tomar os remédios e nem conversando resolve, diante desse dilema fui buscar no meu amigo Google alguma ajuda Veja:

 

DAR REMÉDIO

Pontos importantes para dar remédio ao seu filho.

Lave as mãos antes;
Agite bem o frasco antes de abrir;
Olhe a dosagem direitinho recomendada pelo médico;
Crianças pequenas são muito sensíveis e até o remédio mais simples pode causar problemas graves se dado em dose e horários errados. Todo cuidado é pouco.
Muitas vezes a dose é calculada conforme o peso, e uma gotinha a mais já faz diferença.
Se você não lembrar direito qual é a dose, é melhor não dar o remédio sem falar com o médico.
Pode ser uma seringa, um conta-gotas ou um copinho. Lembre-se: cada gota importa.
Depois de usar, lave bem o dosador e guarde junto com o remédio.

Saiba as regras antes de dar remédio ao seu filho

Leia a embalagem, e a bula;
Olhe se pode dar a medicação junto com comida ou se precisa guardar o remédio na geladeira;
Mantenha sempre o remédio na embalagem original, com a bula e o dosador.
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Depois de ler todos esses passos vem a parte mais complicada dar remédio ao bebê ou a criança, a maioria das crianças não é lá muito fã de remédio e o melhor é ter ajuda nessa hora, uma pessoa segura as duas mãozinhas do bebê, enquanto a outra pessoa aperta levemente as bochechas dele e com uma seringa ou conta-gotas coloca o remédio na lateral da boca. Soprar levemente o rosto do bebê pode ajudá-lo a ter o reflexo de engolir.É bem possível que ele chore. Não jogue o remédio no fundo da garganta, porque a criança pode engasgar. Use truques, se seu bebê não toma o remédio de jeito nenhum, pergunte ao médico se pode misturá-lo com um pouco de leite numa seringa ou mamadeira se for possível dê primeiro um pouco de leite puro, e logo depois o leite com o remédio. Não misture com muito leite, porque o bebê vai ter de tomar tudo.

Se nada disso funcionar o que faço para dar o remédio ao meu Bebê
Se nada disso funcionar, pergunte ao médico se existe alguma outra apresentação do remédio. Um comprimido mastigável, por exemplo, pode ser amassado e misturado à papinha preferida do bebê. Ou a solução pode ser usar a injeção.
Depois que comecei a usar algumas dicas aqui citadas, dar remédio a Gabi voltou a ser mais tranquilo, espero que ajudem a vocês também.

 


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A infecção urinária já é ruim em adultos imagina em crianças, minha pequena apresentou nessa semana que passou esses sintomas, levei ao médico e nada, ela toda vez que fazia xixi se contorcia, foi então que veio a confirmação, mais o que é esse mal. 

O que é infecção urinária?

É uma infecção que atinge alguma parte do
sistema composto pelos seguintes órgãos:
os rins, que fabricam a urina os ureteres, que levam a urina dos rins até a
bexiga
a bexiga, que armazena a urina enquanto ela não
é eliminada a uretra, que leva a urina da bexiga até o
orifício por onde o xixi sai.
Em condições normais, a urina segue esse
caminho sem problemas, mas, quando se contamina por bactérias — que costumam
vir da pele em torno dos órgãos genitais, do ânus ou pelo sangue –, pode
provocar inflamação e infecção em qualquer ponto do percurso. Cerca de 8 por
cento das meninas e 2 por cento dos meninos sofrem pelo menos uma infecção no
trato urinário ao longo da infância.
Na maioria das vezes, a infecção urinária em
crianças apresenta sintomas urinários iguais aos dos adultos: ardência,
urgência e frequência urinária aumentada. Mas, em muitos casos, podem surgir
sintomas diferentes e a criança apresentar-se irrequieta, irritadiça, sem fome
e emagrecer. Fica com medo de urinar. Algumas vezes, ocorrem sintomas
digestivos com dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, febre e até icterícia
(amarelão). Raramente, a infecção urinária em crianças é sem sintomas, mas
quando isto acontece o diagnóstico fica mais difícil de ser feito.

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Como é feito o diagnóstico? E o tratamento?

A infecção urinária é confirmada por meio de um
exame de urina. Algumas horas depois da coleta, o médico já consegue saber se
há ou não contaminação. Se o resultado for positivo, é receitado um antibiótico
oral de amplo espectro, ou seja, capaz de combater diversas espécies
bacterianas. No entanto, só depois de alguns dias é que o especialista
conseguirá saber exatamente qual germe está por trás do problema. É quando
chega o resultado da urinocultura, um teste que consiste em deixar a urina em
um meio apropriado para induzir a multiplicação de bactérias e, assim,
identificá-las. Com esse resultado em mãos, ele avalia se fez a melhor escolha
ou se é preciso mudar o medicamento. Se os sintomas forem muito intensos ou se
a criança apresentar vários casos de infecção em curtos intervalos, há a
necessidade de uma investigação mais profunda para detectar a origem do
problema, que pode ser uma bactéria mais resistente ou alterações anatômicas
que causam refluxo urinário, entre outros problemas.

Tratamento da infecção urinária em bebê

O tratamento da infecção urinária em bebê é
feito com a ingestão de xaropes antibióticos por 7, 10, 14 ou 21 dias,
dependendo do microrganismo envolvido. É importante que os pais deem o remédio
para o bebê até ao último dia, conforme a orientação do pediatra, para que a
infecção urinária não volte.
Durante esta fase, recomenda-se oferecer muitos
líquidos ao bebê e trocar a fralda várias vezes ao dia para evitar que o bebê
fique com a fralda suja por muito tempo, o que facilitaria a entrada de novos
microrganismos nas vias urinárias.
Dependendo do microrganismo envolvido, o bebê
poderá ter que ficar internado no hospital para receber o antibiótico através
da veia. Bebês com menos de 1 mês, geralmente, ficam internados para receber o
tratamento adequado.

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Dicas de higiene do jeito certo

1) Na hora da troca de fralda, é preciso fazer
a limpeza da frente para trás, ou seja, da vulva em direção ao bumbum.
2) Toda vez que fizer esse movimento, o algodão
deverá ser descartado.
3) Se o bumbum estiver muito sujo, o certo é
lavar com água e sabonete e depois secar bem.
4) Durante a limpeza, tanto de meninos como de
meninas, é recomendável passar um algodão embebido em água morna e depois outro
seco.
5) Se a menina não usa mais fralda, só o papel
higiênico não bastará. É melhor passar um algodão úmido e secar depois. Quando
ela fizer cocô, lave o bumbum com água e sabonete.
Procure o médico se desconfiar que há algo
errado. As infecções urinárias são fáceis de tratar, mas se não forem debeladas
podem causar danos permanentes aos rins, e até mesmo insuficiência renal.

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Olá meus amigos tem 03 dias que não venho dormindo bem, pois descobrir que a Gabi está com Sapinho, comecei  a perceber que algo ia errado quando ela começou a  ficar irritadinha do nada, no primeiro dia pensei que fosse o dente, depois o calor pois por aqui está demais, mais não era simplesmente ela não dormia e eu não entendia até que
quando ela apagou em meus braços e observei que sua língua estava muito branquinha, no segundo dia estava com bolhas também, pronto a mamãe aqui foi direto para a net e batata seria mesmo o que suspeitei o popular Sapinho, como era domingo só pude leva-la na segunda, resultado antibiótico e pomada para o tratamento pois a garganta também estava inflamada a Gabi estava com Estomatite no popular “sapinho”
.
SAPINHO

Sapinho, Estomatite em Bebes Minha filha Teve Como Tratar

Mais o que é Sapinho = Estomatite

É uma infecção fúngica
bucal, causada por um fungo semelhante a uma levedura, Candida albicans, que também pode provocar assadura e vaginite. O sapinho é geralmente visto em crianças com menos de seis meses. Em crianças mais velhas, é muito menos comum e sua ocorrência pode indicar uma doença grave, como uma deficiência imunológica.O sapinho aparece como pontos brancos, escamosos, semelhantes a queijo, que cobrem toda ou parte da língua e das gengivas, a parte interna das bochechas e, às vezes, os lábios. Esses pontos não saem facilmente. Quando se cutuca ou arranha esses pontos, forma-se uma área vermelha e inflamada que pode sangrar. Os coalhos de leite parecem sapinho, mas saem facilmente sem deixar a área machucada. Geralmente não causa maiores complicações, mas deve ser tratado
para evitar uma infecção longa e crônica.
Sapinho, Estomatite em Bebes Minha filha Teve Como Tratar

Pode causa

Febre;
Falta de apetite
Esbranquiçado na língua e nas gengivas;
Inflamação na garganta;
Irritabilidade e dor;

Tratamento

O medicamento mais comumente receitado para sapinho é um anti-fúngico líquido, como nistatina, dado quatro vezes ao dia, até que a infecção seja debelada.
Dicas se for gotas use um conta-gotas ou seringa, se for pomada e o bebê ainda mama coloque diretamente nos seios antes da mamada, cuidados como a Nistatina contem muito açúcar evitar o uso prolongado pois provoca caries, no caso aqui será por 7 dias, caso o bebê esteja com muita dor um analgésico pode ser muito útil, outra dica para ajudar a violeta  é uma tinta roxa ou o bicarbonato de sódio
 Dissolver uma colher das de café em ¼ de litro de água (250ml) e aplicar com um
cotonete, ou com o dedo envolvido em gaze, na boca do bebê.

Recomendações Gerais

Não tente raspar ou tirar o sapinho da boca do seu filho. Você o machucará e deixará uma área inflamada, possivelmente em carne viva e sangrando.Um colutório de lactobacilo pode ser útil. Misture 1/8 de colher de chá de um suplemento de lactobacilo em ½ xícara de água. Usando um conta-gotas, esguiche a solução nas gengivas, língua e partes internas da boca do seu filho.Limpe a boca e a gengiva do bebê com bicarbonato de sódio.
Sempre consulte um médico e siga as orientações, trago apenas o que vivenciei e deu certo com minha bebê.Espero ter ajudado.

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Estava fuçando na net e me deparei com esse texto e trouxe na integra pra vocês eu amei a ideia.

A última moda neste verão entre mães que amamentam é o peitolé _picolé de leite materno. Além de refrescar, o tetolé, como também é chamado, teria a propriedade de aliviar as dores da primeira dentição.

Vanessa Rodrigues ofereceu o peitolé para a filha, Beatriz, de seis meses e meio, pela primeira vez na semana passada. “Li sobre ele em grupos de amamentação e como os dentinhos dela já estão rasgando, resolvi oferecer”, afirma.

Moradora de Araraquara, no interior de SP, Vanessa diz que perguntou antes para a pediatra se podia oferecer o picolé de leite materno para a filha. “Ela liberou.”

E como foi a experiência da Beatriz com o peitolé? “De início ela achou estranho, pois nunca havia experimentado um alimento gelado, mas percebi que ela reconhecia o sabor e persistia em pegar o picolé e levar a boca. Logo foi se acostumando e vagarosamente degustando!”

O assunto é tema de posts em grupos sobre amamentação nas redes sociais. Mas ele já é antigo. Já havia grupos de mães que debatiam o tema no Orkut.

A física nuclear Maíra Nunes, 34, por exemplo, faz sorvete de massa com leite materno para o filho Francisco, com 22 meses.

Segundo ela, a receita de sorvete de massa de leite materno é praticamente a mesma do convencional. “Só diminui as quantidades de uma receita de sorvete de creme, eliminando o açúcar e trocando o leite de vaca pelo meu leite ordenhado. Uso a máquina de sorvete para fazer. A receita original é do livro de receitas da própria máquina. Meu marido teve a ideia de fazer o sorvete de massa quando o Cisco não aceitou bem o “leitolé.”

Simone Moraes, 34, mãe da Catarina, de 5 meses, também deu ‘peitolé’ para a filha pela primeira vez na semana passada.

Segundo ela, a bebê aparentemente não gostou muito. A primeira reação dela foi pegar e abrir a boca. Dai sentiu o gosto e ficou ok. Mas encostou de novo e ficou reclamando. Não fiz pelo dente, fiz pelo calor insuportável.”

Apesar  das caretas da filha, Simone disse que fará mais uma tentativa. “Não vou desistir.”

A médica Djinane Spinosa Zerlotto Rotta, 38, também mistura frutas no picolé para a filha Alice de 2 anos, que tem alergia à proteína do leite de vaca. “Ela adora picolé, o de leite materno geralmente bato com banana, morango ou manga. Aqui sempre tem picolé caseiro e sem açúcar, só de fruta no freezer.”

A receita é fácil, segundo ela. eu ordenho o leite, cerca de uma xícara de chá, bato banana com frutas secas( tâmara ou blueberry) no mixer, misturo ao LM, coloco em forminhas q adquiri em supermercado, e pronto!”

RECOMENDAÇÃO MÉDICA

E o que dizem os médicos? A coordenadora-técnica do Hospital e Maternidade Santa Joana, Helenilce de Paula Fiodi Costa, diz que é preciso tomar cuidado com o risco de contaminação na elaboração do picolé de leite materno.

Além da questão da higiene e armazenamento, Helenilce recomenda que o sorvete de leite materno seja oferecido apenas para bebês com idade acima de seis meses.

“Se, hipoteticamente, for feito em condições adequadas pode ser uma opção para crianças maiores de seis meses. “Nas menores poderá haver lesão das mucosas e língua pelo frio.”

A médica dá uma sugestão de troca para as mães. “Uma opção seria o congelamento de sucos de frutas com o cuidado de evitar o contato contínuo da superfície gelada com a língua e mucosas para evitar a lesão pelo frio.”

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CUIDADOS COM A COLETA E ARMAZENAMENTO NO VERÃO

Helenilce diz que os cuidados são os mesmos que as mães devem ter em qualquer época do ano.

-Banho diário;

-Ambiente climatizado ou bem ventilado;

-Antes da ordenha: lavar bem as mãos com água e sabão e separar pelo menos 2 frascos de vidro com tampa esterilizados;

-Passar uma gaze ou algodão embebido em água fervida morna ou fria nas aréolas;

-Ao iniciar a ordenha desprezar os primeiros jatos de leite;

-Esgotar uma mama e colocar o conteúdo no 1º frasco e levar imediatamente ao refrigerador domestico (0 a 4ºc) colocar no fundo da geladeira e não colocar na porta. esgotar a 2ª mama e colocar o conteúdo no 2º frasco e levar ao refrigerador;

-No refrigerador o leite deve ser utilizado em até 48h. no freezer domestico deve ser utilizado em até 15 dias (após retirar do freezer o leite deve descongelar naturalmente em ar ambiente, e desprezar as sobras);

-As bombas manuais para extração de leite devem ser lavadas com água e detergente e ser esterilizadas.

 POR FABIANA FUTEMA
Fonte:http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2015/01/19/maes-recorrem-ao-peitole-para-refrescar-bebes-e-aliviar-incomodo-da-denticao/


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