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Sempre acreditei que sim, que a criança avisa quando algo não vai bem, seja o que for e qual seja a situação, um exemplo disso é aqui em casa a Gabi quando se machuca ela vem resmungando com a mãozinha perto do lugar e paro o que estou fazendo  vou dar atenção pra vê o que é, uma dessas vezes foi uma lasquinha de madeira, já a Isa quando algo não estar de acordo com o que ela quer ela se isolar o que é normal para a fase pré adolescente, não é bom deixar isso ficar muito tempo geralmente aqui leva 30 minutos no máximo, são simples coisas que as mamães tem que ficar antenada. 
Assistindo a televisão ontem vi um caso que me deixou muito indignada em uma casa que um casal fazia  como creche, acontecia abusos as crianças uma família acima de qualquer suspeita.Isso veio a tona e uma mãe tinha acabado de descobrir na reportagem. Hoje estou afastada dessa situação mas quando a Isa estava aos cuidados de babás sempre observava os sinais que ela podia me passar tinha medo então sempre ficava observando graças a Deus não tive nada de mais que suspeitasse algo. Mas fui na net pesquisar algumas dicas que devemos observar caso as crianças apresentem:
*Agressividade 
*Falta de apetite 
*Medo fora do comum 
*Afastamento, querendo ficar sozinha ou se isolar   
*Destruição dos brinquedos 
Nós como mães temos que ficar antenadas com os sinais seja de algo pequeno ou extremo eles sempre vão falar, pois a criança sempre avisa quando algo não vai bem. 

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Minha filha Isa, sempre teve o intestino preso e Gabi hoje estar assim.Os bichinhos sofrem pra caramba. Já passei horrores com a Isa. Ela praticamente não fazia cocô se comesse comida com farinha ou um simples pedaço de goiaba. Basicamente, não tinha muito o que fazer, não tinha o que dar, e toda vez que  era uma crise de intestino preso muito forte, era ao pediatra que eu tinha que recorrer. 

Depois que descobrir  que isso causa intestino preso nunca mas ela comeu uma goiaba até hoje , e aprendi a equilibrar a dieta dela de forma a soltar um pouquinho o intestino dela. Basicamente, o que eu tenho percebido sobre o assunto é que há duas formas de fazer isso: uma é oferecer alimentos já reconhecidos por suas propriedades laxantes e a outra é prestar atenção à reações dos nossos pequenos e identificar quais são os alimentos que fazem com que o intestino deles trabalhe melhor. 

Trago uma lista de alimentos que são reconhecidos por soltarem o intestino preso nas crianças (e adultos) e outros que não são tão conhecidos assim por essa função, mas que aqui em casa tem um efeito ótimo.  


Frutas: 

Ameixa seca: acho que é o alimento mais reconhecido por soltar o intestino. Ele pode ser oferecido através de chazinho, quando o bebê é menor (Modo de preparo: deixar duas ameixas de molho num copo de água de um dia para o outro), ou a própria fruta mesmo, quando o bebê já se alimenta de sólidos. 
Mamão: depois da ameixa, outro famoso por soltar o intestino é o mamão mas nem a Isa nem a Gabi aceitam muito bem. 
Manga: também ajuda a soltar o intestino.  
Laranja: é reconhecida por seus efeitos laxantes, com a Gabi as vezes funciona. 

Fibras: 

Aveia: também possui propriedades laxantes e aqui a dica é oferecer junto com mamão (cuidado ao oferecer com banana, pois a banana é conhecida por prender o intestino). 
Linhaça: também pode ser misturada a alimentos laxativos para  potencializar os seus efeitos. 

Grãos: 

Feijão, lentilha, ervilha: são conhecidos por funcionarem como laxativos também. 

Legumes: 
Milho verde: aqui em casa funciona como um laxante e tanto! E várias amigas também já me relataram o mesmo. 
Cenoura: aqui também funciona como laxante, apesar de não ser um legume reconhecido por possuir essa propriedade. 
Abóbora: também é boa,  (mas nem o efeito da abóbora, nem o da cenoura, se equiparam ao poder do milho.) 
Sementes: 
Gergelim: tem ótimo efeito laxante. 

Óleos/azeites: 
Azeite de oliva: tem um excelente efeito laxante sobre o intestino . 

Água: 

Muitas vezes, a criança está com intestino preso por falta de água no organismo. Por isso, sempre que você estiver enfrentando esse problema, ofereça muita água ou outros líquidos. 
  
Importante: 
Sempre antes de oferecer aveia e linhaça para seu filho, converse com o pediatra se ele autoriza a inclusão desses alimentos na dieta da criança. 
Crianças que mamam apenas leite materno podem ficar períodos maiores sem evacuar sem risco à sua saúde.  
Lembre-se que o indicado é a criança alimentar-se exclusivamente de leite materno até seis meses e, depois, contarem com o leite materno na sua dieta até os dois anos de idade. Além de todos os benefícios já conhecidos, isso ajuda no funcionamento equilibrado do intestino. 
Se a criança se alimenta de fórmula, veja com o pediatra a possibilidade de trocá-la, caso continue  acontecendo de o intestino  ficar preso. 
Faça massagens no abdômen (circular em volta do umbigo) e movimento de bicicletinha com as pernas para auxiliar no melhor funcionamento do intestino. 
Sempre que tiver na dúvida se o seu filho está com o intestino preso ou não e o que deve ser feito para amenizar ou resolver o problema, converse com o pediatra. Esse post traz algumas dicas sobre o que já passei,  mas somente um profissional poderá dar a orientação adequada.

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Saiba mais Sobre a Bolsa Rota

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Olá
Pessoal hoje vamos falar um pouco sobre a Bolsa Rota, vocês sabe o que é? Bolsa
rota é o rompimento prematuro da bolsa amniótica, antes da dilatação ou das contrações.
O quadro é preocupante, pois pode indicar a presença de bactérias
causadoras  de infecções no útero e  até no bebê.Existem controvérsias quanto ao
tempo de espera nessa situação.O ideal é que o obstetra acompanhe o
desenvolvimento do parto individualmente, através da análise do líquido
amniótico.No geral, se após o rompimento a dilatação progredir cerca de 1cm por
hora, é possível administrar a situação com antibióticos, prevenindo a
infecções. Sem a dilatação, o feto no canal de parto ou se forem identificados
sinais de sofrimento fetal, a cesárea deve ser considerada.
Lindo dia beijokas da Nanda

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HPV por Daiane Souza

O Human Papiloma Virus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. É uma infecção transmitida sexualmente (DST). A ausência de camisinha no ato sexual é a principal causa da transmissão.


Também é possível a transmissão do HPV de mãe para filho no momento do parto, devido ao trato genital materno estar infectado. Entretanto, somente um pequeno número de crianças desenvolve a papilomatose respiratória juvenil.


O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratado, torna-se a principal causa do desenvolvimento do Câncer de colo do útero e do Câncer de Garganta. 99% das mulheres que possuem Câncer de colo do útero foram infectadas por esse vírus.






SINTOMAS


O HPV pode ser sintomático clínico e subclínico. Quando sintomático clínico, o principal sinal da doença é o aparecimento de verrugas genitais na vagina, pênis e ânus.


É possível também o aparecimento de prurido, queimação, dor e sangramento. Espalham-se rapidamente, podendo se estender ao clitóris, ao monte de Vênus e aos canais perineal, perianal e anal. Essas lesões também podem aparecer na boca e na garganta do homem e da mulher.


Nos homens, a maioria das lesões se encontra no prepúcio, na glande e no escroto. As verrugas apresentam um aspecto de uma couve-flor.


Já os sintomas do HPV subclínico (não visível a olho nu) podem aparecer como lesões no colo do útero, na região perianal, pubiana e ânus.






DIAGNÓSTICOS


O HPV pode ser diagnosticado através do exame ginecológico e de exames laboratoriais, como Papanicolau, colposcopia, peniscopia e anuscopia.


Deve-se realizar diagnóstico diferencial com outras lesões papilomatosas, incluindo variações anatômicas (glândulas sebáceas, pápulas perláceas do pênis), outras doenças infecciosas e neoplasias.


Diagnóstico Diferencial de Condiloma Acuminado
Doenças Sexualmente Transmissíveis


Condiloma plano (síflis) – lesão de base larga com superfície lisa.
Herpes simples vírus (HSV) – erupção vesiculosa com base eritematosa e ulcerações.
Molusco contagioso – pápulas amareladas com umbilicação central.
Lesões Benignas Comuns na Pele 


Querastoses seborréticas – lesões hipertróficas de superfície rugosa.
Nevos-lesões tipicamente elevadas, porém tipos pedunculados podem ocorrer.
Pápulas perláceas do pênis – pápulas circunscritas, com 1 a 2mm de diâmetro, usualmente sobre a porção proximal de glande.
Neoplasias (se houver suspeita, a biópsia se faz necessária)


Papulose boewnóide – carcinoma in situ, pápulas rugosas únicas ou múltiplas, de 2 a 4mm de diâmetro, variando de cor da pele a vermelhos-acastanhado, recalcitrante às terapias habituais para verrugas.
Melanona maligno – tipicamente único, pode ser plano ou elevado com variação na cor e formato.
Condiloma gigante ou tumor de Buschke-Lowenstein – lesão maligna de baixo grau, localmente invasiva que pode surgir como condiloma pedunculado.
EXAMES


O HPV pode ser identificado por meio de lesões que aparecem ao longo do trato genital, podendo chegar até o colo do útero. Ao perceber essas alterações nos exames ginecológicos comuns, o médico poderá solicitar mais exames para confirmar o diagnóstico. Conheça os principais:


Papanicolau: exame preventivo mais comum, detecta as alterações que o HPV pode causar nas células e um possível câncer, mas não é capaz de diagnosticar a presença do vírus. Recomenda-se que as mulheres realizem anualmente a partir dos 25 anos. Com dois resultados negativos, a periodicidade do exame passa a ser a cada três anos, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.


Colposcopia: feito com um aparelho chamado colposcópio, que aumenta a visão do médico de 10 a 40 vezes, o exame permite a identificação de 


lesões na vulva, na vagina e no colo do útero. A colposcopia é indicada nos casos de resultados anormais do exame de Papanicolau, para saber a localização precisa das lesões precursoras do câncer de colo do útero. Após a identificação das regiões com suspeita de doença, remove-se um fragmento de tecido (biópsia) para confirmação diagnóstica.


Detecção molecular do HPV


Captura Híbrida: é um teste qualitativo de biologia molecular. A técnica investiga a presença de um conjunto de HPV de alto risco, mesmo antes da manifestação de qualquer sintoma, por meio da detecção de seu DNA, confirmando ou descartando a existência da infecção do vírus. Para realizá-la, o médico deve obter material da região genital ou anal por meio de uma escovinha especial, que é enviada para análise laboratorial.


PCR (reação da cadeia de polimerase): por meio de métodos de biologia molecular com alta sensibilidade, esse teste detecta a presença do genoma dos HPV em células, tecidos e fluidos corporais. É capaz de identificar a presença de praticamente todos os tipos de HPV existentes.


PREVENÇÃO


Para evitar o aparecimento do HPV recomendam-se os seguintes cuidados:


Uso de camisinha masculina, para todos os tipos de relações sexuais (oral, anal, genital);
Uso de camisinha feminina;
Vacina quadrivalente (previne contra o HPV 6,11,16 e 18) ou bivalente (contra o HPV 16 e 18);
Rotina do exame preventivo (Papanicolau);
Evitar fumar, beber em excesso e usar drogas, pois essas atividades debilitam o sistema de defesa do organismo, tornando a pessoa mais susceptível ao HPV.

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Blog:http://www.blogdemaepramamaes.com/



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